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Grupos LGBTQIA+ processam Trump por proibir pessoas transgêneras nas Forças Armadas

Os autores do processo argumentam que a proibição fere os princípios constitucionais de igualdade

Agência Estado

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assina diversas ordens executivas, incluindo indultos para réus dos distúrbios de 6 de janeiro e um adiamento na proibição do TikTok
US Presidential Inauguration 2025 JIM LO SCALZO/EFE/EPA

As organizações GLBTQ Legal Advocates & Defenders (GLAD Law) e o Centro Nacional para os Direitos de Lésbicas (NCLR, na sigla em inglês), que defendem os direitos LGBTQIA+, entraram com uma ação judicial contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contestando a ordem executiva assinada pelo republicano que proíbe pessoas transgêneras nas Forças Armadas.

A ação judicial é fundamentada na busca por igualdade e envolve seis membros ativos das Forças Armadas, além de dois indivíduos que desejam se alistar. Os autores do processo argumentam que a proibição fere os princípios constitucionais de igualdade, que garantem direitos a todos os cidadãos.

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Um dos requerentes, o segundo tenente do Exército, Nicolas Talbott, expressou que a identidade de gênero não deve ser um fator que limite a capacidade de servir nas Forças Armadas. Ele destacou que, ao vestir o uniforme, as diferenças pessoais se tornam irrelevantes, e o que realmente conta é a habilidade de desempenhar as funções exigidas.

Vale lembrar que essa não é a primeira vez que grupos de defesa dos direitos LGBTQIA+ contestam as políticas de Trump. Em 2017, as organizações já haviam contestado a primeira proibição imposta por ele, que foi considerada inconstitucional por tribunais federais e ficou suspensa por quase dois anos. A revogação dessa decisão ocorreu em 2021, quando Joe Biden assumiu a presidência.

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*Reportagem produzida com auxílio de IA

Publicado por Carol Santos