JOVEM PAN

Jovem Pan
TV Ao Vivo
Pânico | 12h00 - 14h00
Mundo

Líder guerrilheiro mais procurado da Colômbia se recusa a se render após prisão do irmão

Iván Mordisco, chefe do grupo dissidente EMC, responsabiliza presidente Petro pelo destino de seus familiares e segue foragido na Amazônia; ele é um dos suspeitos do atentado com carro-bomba em Cali

Felipe Cerqueira

Funcionários de limpeza recolhem escombros em uma rua próxima à Escola Militar de Aviação Marco Fidel Suárez
Sube a 7 la cifra de fallecidos en atentado contra base aérea en ciudad colombiana de Cali Ernesto Guzmán/EFE

O líder guerrilheiro mais procurado da Colômbia, Iván Mordisco, afirmou que não pretende se render, apesar da prisão de seu irmão nos arredores de Bogotá. Mordisco comanda o EMC, grupo formado por rebeldes que se afastaram do acordo de paz assinado em 2016 entre o governo e a antiga guerrilha das Farc. O presidente Gustavo Petro o comparou ao barão da cocaína Pablo Escobar.

“Durante o governo de Álvaro Uribe (2002-2010), desapareceram com uma irmã minha e eu não me rendi”, afirmou Mordisco, que, segundo autoridades, está ferido e em fuga pela Amazônia. Na sexta-feira, Petro anunciou a captura de Mono Luis, irmão de Mordisco e responsável por “atividades de narcotráfico, finanças ilícitas e logística” do EMC.

Em comunicado divulgado nas redes sociais, Mordisco afirmou: “Se quiser, acabe com o restante da minha família. Não acredito na Justiça colombiana, mas confio na justiça revolucionária. E este episódio será mais um motivo para lutar pelas mudanças estruturais no país”. Ele responsabilizou Petro pelo destino de seus familiares.

[cta-selector name=”model2″ image1=”https://s.jpimg.com.br/wp-content/plugins/CTA-posts-selector/assets/images/640_3anos-JPNews.jpg” text2=”Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!” link3=”https://www.whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S” text4=”WhatsApp” icon5=”fa-brands fa-whatsapp” ]

Uma das frentes do EMC é apontada como responsável por um ataque com caminhão-bomba em Cali, na última quinta-feira, que matou seis civis e feriu mais de 60 pessoas. Desde que abandonou as negociações de paz com o governo, em 2024, após um ano de aproximação, os dissidentes intensificaram a pressão contra a força pública.

*Com informações da AFP
Publicada por Felipe Cerqueira

[jp-related-posts ids=”2043978,2043064″]