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Lula afirma que IA não pode se tornar privilégio de poucos países ou de alguns bilionários

O chefe do Executivo fez a fala na abertura da sessão 'Fortalecimento do multilateralismo, assuntos econômico-financeiros e inteligência artificial' durante o primeiro dia de reuniões de cúpula do Brics

Felipe Cerqueira

Cúpula do Brics no Rio
Cúpula do Brics no Rio RENAN AREIAS/ENQUADRAR/ESTADÃO CONTEÚDO

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse neste domingo (6) que o desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA) não pode se tornar privilégio de poucos países ou de alguns bilionários. O chefe do Executivo fez a fala na abertura da sessão “Fortalecimento do multilateralismo, assuntos econômico-financeiros e inteligência artificial” durante o primeiro dia de reuniões de cúpula do Brics. Há a expectativa de que, ao final do encontro, o grupo divulgue uma declaração específica sobre o tema, que busque a valorização dos dados dos países-membros.

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“A declaração envia uma mensagem clara e inequívoca: as novas tecnologias devem atuar dentro de um modelo de governança justo, inclusivo e equitativo”, afirmou o mandatário. “O desenvolvimento da inteligência artificial não pode se tornar privilégio de poucos países ou um instrumento de manipulação na mão de bilionários. Tampouco é possível progredir sem a participação do setor privado ou da sociedade civil”, continuou Lula.

*Com informações do Estadão Conteúdo
Publicado por Carolina Ferreira

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