JOVEM PAN

Jovem Pan
TV Ao Vivo
Equador x Guatemala | 16h30 - 19h00
Mundo

Rússia pede reunião na ONU e critica EUA e Reino Unido por bombardeios no Iêmen

Porta-voz diplomática russa, Maria Zakharova criticou a distorção das resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas

ia samy

A Rússia condenou os bombardeios realizados pelos Estados Unidos e pelo Reino Unido no Iêmen, afirmando que a ação leva a uma “escalada” e tem “objetivos destrutivos”. A porta-voz diplomática russa, Maria Zakharova, criticou a distorção das resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) pelos anglo-saxões e o desrespeito ao direito internacional. O país solicitou uma reunião no conselho para discutir os bombardeios, que resultaram na morte de pelo menos cinco pessoas e deixaram outras seis feridas, de acordo com o porta-voz militar do movimento Houthi. Yahya Saree informou que houve 73 ataques em diferentes setores, incluindo a capital Sana’a e Hodeida. O Irã também condenou os ataques, classificando-os como uma “ação arbitrária” e uma violação do direito internacional.

[cta-selector name=”model2″ image1=”https://s.jpimg.com.br/wp-content/plugins/CTA-posts-selector/assets/images/cta_logo_jp_geral.png” text2=”Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!” link3=”https://www.whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S” text4=”WhatsApp” icon5=”fa-brands fa-whatsapp” ]

Os rebeldes Houthi, apoiados pelo Irã, têm realizado ataques a navios de Israel no Mar Vermelho desde novembro, em solidariedade aos palestinos em Gaza. Mohamed Abdelsalam, porta-voz dos houthis, declarou que não havia justificativa para a agressão ao Iêmen, uma vez que não representava perigo para a navegação internacional. Os Estados Unidos, o Reino Unido e outros países emitiram uma declaração conjunta enfatizando que os bombardeios foram realizados em defesa do comércio internacional e da segurança no Mar Vermelho, por onde passa uma grande parte do comércio marítimo global. Em resposta aos ataques, os houthis declararam “guerra aberta” contra os Estados Unidos e o Reino Unido, afirmando ter lançado uma barragem de mísseis contra seus navios de guerra nessa região.

[jp-related-posts ids=”1522004,1522000″]