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Trump diz que debaterá crise em Gaza com Netanyahu após defender ‘limpeza’ no território

Recentemente, um cessar-fogo mediado por Estados Unidos, Egito e Catar possibilitou a troca de reféns por prisioneiros palestinos

ia samy

GAza
Palestinians leave southern Gaza to return to the north amid Israel-Hamas ceasefire EFE/EPA/MOHAMMED SABRE

Após a defesa de uma “limpeza” em Gaza, o presidente Donald Trump se esquivou de comentar sobre a solução de dois Estados, mas planeja discutir o assunto com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. Questionado sobre se apoiava a uma solução de dois Estados no Oriente Médio, um israelense e outro palestino, Trump não respondeu diretamente, sugerindo que o tema seria conversado com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. “Ele está vindo aqui para se encontrar comigo”, limitou-se a dizer Trump, na segunda-feira, a jornalistas a bordo do Air Force One, o avião presidencial americano. Sua sugestão de realocar os palestinos de Gaza gerou forte reação internacional, sendo considerada pela Liga Árabe uma tentativa de “limpeza étnica”.

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“[Eu] gostaria que [os palestinos] vivessem em área onde possam viver sem tanta perturbação, revolução nem violência — disse o republicano aos jornalistas a bordo do avião presidencial. — Quando você olha para a Faixa de Gaza, tem sido um inferno por tantos anos… Acredito que as pessoas poderiam viver em áreas muito mais seguras e possivelmente muito mais confortáveis.”

Desde o início da guerra em Gaza, em 7 de outubro de 2023, a situação se agravou, resultando no deslocamento de quase toda a população da região, que conta com cerca de 2,4 milhões de habitantes. A crise humanitária gerada pelo conflito tem sido alarmante, com a necessidade urgente de assistência e apoio internacional. Recentemente, um cessar-fogo mediado pelos Estados Unidos, Egito e Catar possibilitou a troca de reféns por prisioneiros palestinos.

*Reportagem produzida com auxílio de IA e AFP
Publicado por Fernando Dias

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