Ministério da Saúde distribuirá 28 milhões de testes rápidos até dia 15, diz Queiroga

Serão entregues 13 milhões de unidades aos Estados em fevereiro; ministro ainda defendeu a ampliação de segunda dose e reforço

  • Por Jovem Pan
  • 12/01/2022 10h25 - Atualizado em 12/01/2022 10h36
ALLISON SALES/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO - 11/01/2022 Teste de Covid 19 sendo realizado em Posto de Saúde, na cidade de São Paulo, SP Ministério da Saúde prevê a distribuição de 13 milhões de autotestes em fevereiro

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, informou na manhã desta quarta-feira, 12, que a pasta irá distribuir 28 milhões de testes rápidos para detecção da Covid-19 até próximo sábado, dia 15. Segundo Queiroga, até fevereiro, serão 13 milhões de unidades. O ministério ainda tem a perspectiva de adquirir mais 7,8 milhões de testes. “O Ministério da Saúde está trabalhando forte com todas as secretarias para trazer as respostas que os brasileiros querem em relação à pandemia da Covid-19. Como nos outros países do mundo, nós assistimos também um aumento do número de casos. Ainda não temos uma pressão sob os hospitais, consequentemente o número de óbitos ainda está em um patamar aceitável, se é que se pode aceitar óbito, mas estamos trabalhando em várias frentes. Primeiro: ampliando a questão dos testes. Nós mês de janeiro, nós vamos distribuir 28 milhões de testes rápidos até o dia 15. Serão 13 milhões no mês de fevereiro. Nós já temos uma perspectiva concreta de mais 7,8 milhões de testes”, afirmou o ministro em conversa com a imprensa.

Queiroga aproveitou o momento para enfatizar que a vacinação continua sendo a principal ferramenta para combater a pandemia e defendeu a ampliação da dose de reforço e da segunda dose. “A principal ação, sem dúvida, é a campanha de vacinação. Ampliar a dose de reforço e, em alguns Estados onde a segunda dose está baixa, sobretudo na região Norte. ampliar a segunda dose”, enfatizou o ministro. De acordo com ele, a pasta se estruturou para a logística de importação e distribuição de tanques de oxigênio. “Esse ano nós já temos uma estrutura melhor para a questão do oxigênio, que foi crítica no pico da Gama. Vários dos hospitais têm hoje tanques criogênicos. A FAB já tem uma expertise maior de levar oxigênio de uma forma que, se houver uma pressão no sistema de saúde na região Norte, o preparo é bem maior”, disse Queiroga.