No Brasil, assessores de Marco Rubio conversaram com Lincoln Gakiya sobre PCC

Os auxiliares de Rubio estiveram em Brasília e em São Paulo

  • Por Pedro Vilas Boas e Eliseu Caetano
  • 11/03/2026 11h29 - Atualizado em 11/03/2026 13h26
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EFE/EPA/AARON SCHWARTZ / POOL Marco Rubio Washington (Estados Unidos da América), 23/10/2025.- O Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, observa o encontro do Presidente dos EUA, Donald J. Trump, com o Secretário-Geral da NATO, Mark Rutte, no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, DC, EUA, em 22 de Outubro de 2025

Assessores do secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, vieram ao Brasil no ano passado e conversaram com autoridades sobre a atuação de organizações criminosas no Brasil e em outros países. A informação foi noticiada em primeira mão pelo repórter Eliseu Caetano, no Jornal da Manhã, da Jovem Pan News.

Entre os interlocutores procurados pelos auxiliares de Rubio está o promotor de Justiça Lincoln Gakiya. Ele é uma das referências internacionais no combate ao Primeiro Comando da Capital (PCC).

Os membros do governo Donald Trump estiveram em Brasília e em São Paulo. Na capital federal, também conversaram com policiais federais.

Gakiya, que é integrante do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do MP-SP, disse ao site da Jovem Pan que falou com os assessores de Rubio sobre a atuação do PCC no Brasil e internacionalmente.

Terrorismo

Como o colunista Eliseu Caetano noticiou na segunda-feira (9), os EUA planejam classificar o PCC e o Comando Vermelho (CV) como terroristas.

Após a notícia, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e Rubio conversaram ao telefone para discutir a relação entre os países. Integrantes do governo brasileiro temem que a classificação possa dar verniz legal a intervenções militares na América Latina, e lembram da operação de captura do ditador Nicolás Maduro, na Venezuela.

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