Novo ministro das Cidades, Baldy diz que governo tirou o Brasil do vermelho

  • Por Jovem Pan com Estadão Conteúdo
  • 22/11/2017 18h58 - Atualizado em 22/11/2017 19h04
Alan Santos/PRNovo ministro das Cidades, Alexandre Baldy afirma que vai trabalhar para colocar o Brasil entre os países que mais construíram moradias populares

Logo após ser empossado como novo ministro das Cidades, em cerimônia no Palácio do Planalto, nesta quarta-feira (22), Alexandre Baldy (GO, fez rasgados elogios ao governo Temer, que, segundo ele, “tirou o Brasil do vermelho”. Baldy também agradeceu aos aliados políticos Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Marconi Perillo (PSDB-GO), atual governador de Goiás.

“Agradeço ao presidente Michel Temer por confiar em mim a responsabildade de um ministério de tamanha importância. É nas cidades que um país começa ser grande, forte e justo. É nas cidades que se constrói verdadeiramente o Brasil (…) Se depender de mim, Temer, Maia e ministros, estaremos entre os países que mais construíram soluções de moradias populares”, disse Baldy.

O novo ministro disse que nasceu em um Estado agrícola, o que permitiu que ele testemunhasse a transformação nas cidades e no campo. “A casa própria é verdadeiramente o sonho das famílias brasileiras. Este é o desafio que me levou a aceitar o convite”, disse Baldy, que novamente agradeceu a confiança de Temer.

“Tenho certeza que, com toda essa vontade do governo em reconstruir o Brasil, temos condições e enfatizo que meu compromisso de melhorar as cidades, torná-las mais justas e sustentáveis.”

No fim do discurso, a redução das desigualdades voltou a ser citada por Baldy como objetivo a ser perseguido. “O Ministério das Cidades é o ministério de novos tempos; de um novo setor público, mais eficiente. É nas cidades que se constrói verdadeiramente o Brasil.”

Já o antecessor, Bruno Araújo (PSDB-PE), que também marcou presença na cerimônia, e deixou a pasta por pressão dos tucanos, afirmou que voltará a exercer o cargo de deputado federal e lutará pela aprovação da reforma da Previdência na Câmara.