Brasileira que mora na Tailândia relata desespero após terremoto: ‘Nunca imaginei ver isso’
Um terremoto de grande magnitude atingiu Mianmar e Tailândia, deixando um rastro de destruição e sofrimento. Até o momento, mais de 1.700 pessoas foram confirmadas mortas, mas o Serviço Geológico dos Estados Unidos estima que o número de vítimas pode ultrapassar 10 mil. A cidade de Mandalay, em Mianmar, foi a mais afetada, com mais de 1.500 casas danificadas. Além disso, milhões de moradores enfrentam longas horas sem eletricidade, o que dificulta ainda mais os esforços de resgate.
O geólogo Felipe Oliveira explicou que a região é propensa a terremotos devido ao encontro de placas tectônicas, e que a proximidade do epicentro com a superfície e áreas urbanas intensificou o impacto. A advogada brasileira Lyse, residente na Tailândia, compartilhou sua experiência durante o terremoto. Ela descreveu a sensação de estar em um barco e a urgência de descer rapidamente as escadas de seu prédio enquanto ele ainda balançava.
Liye destacou a destruição em Bangkok, onde um prédio em construção desabou, e a situação crítica em Mianmar, onde a ajuda humanitária enfrenta dificuldades para chegar devido ao conflito civil e ao isolamento do país. Ela também mencionou a resiliência do povo tailandês, que tenta retomar a normalidade apesar dos danos.
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A resposta internacional ao desastre inclui a Índia enviando suprimentos e a Rússia e a China enviando equipes de resgate. No entanto, a ajuda ainda não chegou a todas as áreas afetadas. Lyse expressou preocupação com as pessoas soterradas e a esperança de que mais sobreviventes sejam resgatados. As autoridades tailandesas declararam alguns prédios inseguros para retorno, enquanto a vida em outras áreas começa a voltar ao normal. A possibilidade de tremores secundários ainda preocupa os moradores, que são aconselhados a evitar permanecer em prédios antigos durante esses eventos.
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*Reportagem produzida com auxílio de IA