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Macroeconomia

Brasil pode se destacar em guerra tarifária, afirma presidente do Banco Central

Gabriel Galípolo afirmou que a diversificação das exportações brasileiras e a importância do mercado interno são fatores que podem oferecer uma proteção ao país

ia samy

Gabriel Galípolo
Senado vota hoje indicação de Galípolo para presidir o BC CLÁUDIO REIS/ENQUADRAR/ESTADÃO CONTEÚDO

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou nesta terça-feira (22), que o Brasil pode se beneficiar em comparação a outros países em meio à atual guerra tarifária. Durante uma audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, ele destacou que a diversificação das exportações brasileiras e a importância do mercado interno são fatores que podem oferecer uma proteção ao País. Galípolo enfatizou que, embora a situação não seja ideal, o Brasil se destaca por sua capacidade de diversificação nas relações comerciais.

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“Não é que fique melhor com a guerra tarifária, mas voltamos àquela ideia da relatividade. O Brasil pode ser uma economia que tem os pares e, por isso, se destaque positivamente pela sua diversificação na pauta comercial, nas relações comerciais e pela relevância do mercado doméstico do ponto de vista do dinamismo”, declarou o presidente do Banco Central.

*Reportagem produzida com auxílio de IA
Publicado por Fernando Dias

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