Governo lança Plano Safra e reforça meta de colheita de 300 milhões de toneladas de grãos

Presidente Jair Bolsonaro afirmou que agronegócio brasileiro ‘não parou durante a pandemia’ e ‘garantiu a nossa segurança alimentar e a de mais de um bilhão de pessoas no mundo’

  • Por Jovem Pan
  • 28/06/2021 12h12 - Atualizado em 28/06/2021 15h36
Dida Sampaio/Estadão Conteúdo Mulher de cabelos curtos e óculos com armação grossa fala em microfone diante de um fundo azul Tereza Cristina é a atual ministra da Agricultura do Brasil

No lançamento do Plano Safra 2021/22, o governo do presidente Jair Bolsonaro reforçou o desafio de uma colheita de 300 milhões de toneladas de grãos entre os meses de julho deste ano e junho do ano que vem. A União vai liberar R$ 251,2 bilhões em financiamento para produtores, um valor 6,3% maior em relação à safra passada, que era de R$ 236,3 bilhões. Além de Bolsonaro, o evento desta segunda-feira, 28, contou com a participação da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, do ministro da Economia, Paulo Guedes, do presidente do Banco do Brasil, Fausto Ribeiro. “Eu fiz um desafio no lançamento do Plano Safra: chegarmos a 300 milhões de toneladas na próxima safra. Com todos esses apoios, se São Pedro nos ajudar, podemos ter esse desafio realizado”, disse Cristina.

Paulo Guedes também afirmou que “a pandemia [do novo coronavírus] demonstrou para o mundo a vocação brasileira para ser o celeiro do mundo. O Brasil já sabe da força e da competitividade do agronegócio”. Paulo Guedes também ressaltou a importância do Banco do Brasil nesse processo. Para a nova safra, a instituição vai destinar R$ 135 bilhões em financiamento aos produtores. “Chegar a uma super safra com a vocação que o mundo todo reconhece só foi possível com muita modernização no financiamento. De uma forma cada vez mais moderna, focalizando não só no custeio, mas também nos investimentos e na tecnologia”, disse Guedes. Por fim, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que “nada poderia fazer se não tivesse uma excelente equipe” ao seu lado. “O agro brasileiro não parou durante a pandemia. Produziu mais ainda. Pela abnegação, a vontade e a coragem do homem do campo. [O agro] Garantiu a nossa segurança alimentar e a alimentação de mais de um bilhão de pessoas ao longo do mundo”, acrescentou.