Malásia emite mandado de prisão a outro norte-coreano após morte de Kim Jong-nam

  • Por Estadão Conteúdo
  • 03/03/2017 09h18
MAC931. MACAO (CHINA), 14/02/2017.- Fotografía sin fechar disponible hoy, miércoles 15 de febrero de 2017, que muestra a Kim Jong-nam, el hermano medio del líder norcoreano Kim Jong-un. Kim Jong-nam, el hermano mayor del líder norcoreano Kim Jong-un, fue asesinado el lunes en Malasia, según han revelado fuentes gubernamentales a la agencia surcoreana Yonhap. EFE/Yonhap/PROHIBIDO SU USO EN COREA DEL SURKim Jong-nam - efe

A polícia da Malásia emitiu nesta sexta-feira um mandado de prisão para um empregado da companhia aérea norte-coreana Air Koryo em relação ao assassinato de Kim Jong Nam, horas depois de libertar o único norte-coreano que havia sido detido no caso.

A polícia emitiu o mandado para Kim Uk Il, descrevendo-o como um funcionário de 37 anos da companhia aérea Air Koryo, que chegou à Malásia no final de janeiro. A polícia já o nomeou suspeito junto com outros sete norte-coreanos no assassinato de Kim Jong Nam, o meio-irmão do ditador da Coreia do Norte, Kim Jong Un, no aeroporto internacional de Kuala Lumpur, no dia 13 de fevereiro

A polícia disse acreditar que Kim Uk Il continua na Malásia. A Air Koryo chegou a oferecer um breve serviço para Kuala Lumpur há vários anos.

No início desta sexta-feira, a polícia libertou Ri Jong Chol, o único norte-coreano que estava detido no caso do assassinato, citando provas insuficientes para acusá-lo de um crime que dizem ter sido planejado por um esquadrão de norte-coreanos.

A polícia tinha até hoje para acusar ou liberar Ri Jong Chol, que residiu em Kuala Lumpur por vários anos com sua família. Eles o escoltaram para um escritório de imigração, onde ele enfrentará uma deportação – esperada para hoje à noite – por falta de permissão para permanecer no país.

No começo desta semana, a polícia acusou duas mulheres – uma da Indonésia e outra do Vietnã – de assassinato, alegando que eles estavam em conluio com quatro homens da Coreia do Norte para matar Kim. Esses quatro homens saíram da Malásia pouco depois do assassinato, disse a polícia.