JOVEM PAN

Jovem Pan
TV Ao Vivo
JP Saúde | 04h00 - 05h00
Mundo

Brasil reforça posição contra ataque a Venezuela em reunião da Celac

Nas redes sociais, Lula afirmou que as ações 'ultrapassam uma linha inaceitável' e 'representam uma afronta gravíssima à soberania' do país vizinho

Fernando Keller

Mauro Vieira
BRAZIL-BRICS-TRADE-DIPLOMACY Mauro PIMENTEL / AFP

O Brasil participou neste domingo (4) de uma reunião da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) para discutir o ataque dos Estados Unidos a Venezuela e a prisão do presidente Nicolás Maduro. Durante reunião que durou aproximadamente duas horas, o Brasil foi representado pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, que reforçou a posição adotada pelo presidente Lula. Nas redes sociais, o presidente afirmou que a ação “ultrapassam uma linha inaceitável” e “representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela”.

[cta-selector name=”model2″ image1=”https://s.jpimg.com.br/wp-content/plugins/CTA-posts-selector/assets/images/640_4anos-JPNews.jpg” text2=”Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!” link3=”https://www.whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S” text4=”WhatsApp” icon5=”fa-brands fa-whatsapp” ]

O ministro também disse que já conversou com México, Uruguai, França e União Europeia sobre a posição do Brasil, além de destacar que a União Europeia publicou uma nota criticando a ação do governo americano. Em nota assinada por 26 membros de 27 (apenas Hungria ficou de fora), o bloco pediu “calma e contenção de todas as partes” e que se “respeite a vontade do povo venezuelano”.

Participaram também do encontro os principais países da América Latina, incluindo a Argentina, que foi contra a publicação de uma declaração conjunta. Mais cedo, Brasil México, Chile, Colômbia, Uruguai e Espanha publicaram uma declaração demostrando preocupação com “apropriação externa” de recursos naturais da Venezuela e pede que a ONU atue para a desescalada de tensões, após o ataque dos Estados Unidos.

Amanhã, o Conselho de Segurança da ONU se reúne às 12h de Brasília para também discutir a questão.

[jp-related-posts ids=”2092438,2092441,2092439″]