China espera que EUA ‘se esforcem’ para conseguir resultados comerciais ‘positivos’

Superpotências econômicas estão trabalhando para obter um acordo que reduza as tensões comerciais, depois que o presidente americano, Donald Trump, impôs tarifas altíssimas a dezenas de países

  • Por Jovem Pan
  • 11/08/2025 16h04
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Andres Martinez Casares e Saul Loeb/AFP Xi Jinping e Donald Trump As duas nações acordaram uma trégua de 90 dias em maio e no mês passado

A China espera que os Estados Unidos “se esforcem” para alcançar resultados comerciais “positivos”, afirmou nesta segunda-feira (11) a chancelaria do gigante asiático, um dia antes de a trégua comercial entre os dois países, acordada em maio, expirar. “Esperamos que os Estados Unidos colaborem com a China para respeitar o importante consenso obtido durante a conversa telefônica entre os dois chefes de Estado… E se esforcem para conseguir resultados positivos com base na igualdade, no respeito e no benefício mútuo”, declarou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Lin Jain, em um comunicado. As superpotências econômicas estão trabalhando para obter um acordo que reduza as tensões comerciais, depois que o presidente americano, Donald Trump, impôs tarifas draconianas a dezenas de países. As duas nações acordaram uma trégua de 90 dias em maio e no mês passado, em Estocolmo, acordaram manter novas negociações para prorrogá-la para além da data-limite de 12 de agosto.

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Este acordo fixou temporariamente em 30% as novas tarifas americanas sobre produtos chineses, enquanto as tarifas de Pequim sobre os produtos americanos ficaram em 10%. O representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, disse, após as conversas de Estocolmo, que teria a “última palavra” sobre qualquer prorrogação da trégua tarifária. Tarifas mais elevadas entraram em vigor na quinta-feira para dezenas de parceiros comerciais de Washington, incluindo uma tarifa de 35% para o Canadá, em uma tentativa do magnata republicano de redesenhar o comércio mundial em benefício da economia americana.

*Com informações da AFP
Publicado por Fernando Dias

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