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EUA pedem calma à Dinamarca após denúncias de operações secretas na Groenlândia

Polêmica ganhou força após Copenhague anunciar o reforço militar na região, alegando ter recebido informações sobre atividades sigilosas de agentes americanos na ilha

Sarah Américo

Donald Trump
President Trump announces additional $100 Billion Investement by Apple in US EFE/EPA/BONNIE DINHEIRO/PISCINA

Os Estados Unidos pediram à Dinamarca que mantenha a calma diante das denúncias de supostas operações secretas americanas na Groenlândia. Ao mesmo tempo, o governo norte-americano reforçou que reconhece o direito de autodeterminação do território ártico, que pertence formalmente à Dinamarca. A polêmica ganhou força após Copenhague anunciar o reforço militar na região, alegando ter recebido informações sobre atividades sigilosas de agentes americanos na ilha. A notícia aumentou a tensão entre os dois países e trouxe à tona declarações anteriores do presidente Donald Trump, que já havia defendido a anexação da Groenlândia aos Estados Unidos.

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Em coletiva de imprensa em Washington, o porta-voz do Departamento de Estado, Matthew Miller, buscou amenizar os atritos. Ele afirmou que os EUA “respeitam plenamente o direito do povo da Groenlândia à autodeterminação” e rejeitou qualquer sugestão de que esse princípio estivesse em dúvida. Miller também garantiu que Washington não tem intenção de impor decisões políticas ao território.

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