Quiz: Você sabe quem é Jilmar Tatto? Teste seus conhecimentos sobre o candidato do PT à Prefeitura de SP

Secretário de Transportes da cidade nas gestões de Marta Suplicy e Fernando Haddad, Tatto aposta na força de Lula como cabo eleitoral para chegar ao segundo turno e vencer a eleição

  • Por André Siqueira
  • 10/10/2020 10h00
Brizza Cavalcante/Agência CâmaraEx-deputado, Tatto ainda não decolou nas pesquisas

Ex-secretário de Transportes da cidade de São Paulo, Jilmar Tatto, candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, já foi deputado federal e está filiado ao PT desde 1981. Escolhido após a negativa do ex-prefeito Fernando Haddad de se candidatar novamente ao posto, Tatto tem a missão de decolar nas pesquisas e evitar um desempenho abaixo da expectativa na cidade que já foi comandada pela sigla em três oportunidades. Desde 1988, quando Luiza Erundina, então filiada ao PT, venceu Maluf e se tornou a primeira prefeita mulher de São Paulo, o partido sempre ficou nas duas primeiras colocações nas eleições municipais – mesmo em 2016, quando João Doria (PSDB) venceu o pleito em primeiro turno, Haddad ficou na segunda posição. Até o momento, porém, o nome de Tatto não empolga. Segundo pesquisa Datafolha, divulgada nesta quinta-feira 8, o petista tem 1% das intenções de voto, atrás de nomes como Márcio França (PSB), com 8%, Guilherme Boulos (PSOL), com 12%, Bruno Covas (PSDB), com 21%, e Celso Russomano (Republicanos), com 27%.

Em entrevista à Jovem Pan, Tatto falou sobre a estratégia do PT para conquistar o eleitorado paulista: explorar o legado do partido na cidade, como a criação do Bilhete Único, criação das ciclofaixas e das faixas exclusivas para ônibus, e focar nas propostas para atacar a desigualdade social em São Paulo, quadro que foi acentuado pela pandemia do novo coronavírus. Para isso, ele diz apostar em três pilares: implementação da renda básica de cidadania, investimento na construção de moradia e criação de uma frente para geração de empregos. “Vamos verificar o que acontecerá com o auxílio emergencial. O fato é que, enquanto houver pandemia, vamos garantir os 300 reais na cidade de São Paulo. Depois disso, no cenário de pós pandemia, garantiremos a renda básica de cidadania. A outra frente é mudar o padrão de contratação em algumas áreas. Criaremos cooperativas de costureiras, de reciclagem, de coleta do lixo, confecção de uniformes. Tudo isso pensando em fortalecer o micro e pequeno empresário. Por fim, a construção de, no mínimo, 40 mil casas em quatro anos de mandato, sendo 10 mil no primeiro ano. Você garante moradia e ainda gera empregos no setor de construção”, diz.

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