Altas temperaturas: o que acontece com o nosso corpo
O ano de 2025 começou registrando temperaturas recordes. Segundo o Instituto Copernicus, vinculado ao Observatório Climático da União Europeia, janeiro apresentou uma média de 1,75ºC acima do período pré-industrial. No Brasil, a sensação térmica pode ultrapassar os 50ºC, conforme projeções do Núcleo de Climatologia Aplicada da USP. Nessas condições extremas, a regulação térmica do corpo humano enfrenta desafios significativos. Especialista explicam que, em altas temperaturas, o organismo dilata os vasos sanguíneos para aumentar o fluxo de sangue para a superfície da pele, facilitando a dissipação do calor. Entretanto, essa resposta pode sobrecarregar o sistema cardiovascular, especialmente em indivíduos com condições preexistentes.
[cta-selector name=”model2″ image1=”https://s.jpimg.com.br/wp-content/plugins/CTA-posts-selector/assets/images/640_3anos-JPNews.jpg” text2=”Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!” link3=”https://www.whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S” text4=”WhatsApp” icon5=”fa-brands fa-whatsapp” ]
A sudorese é outra resposta natural ao calor, auxiliando no resfriamento corporal. Contudo, a transpiração excessiva pode levar à desidratação, agravando o risco de complicações. Pessoas idosas, crianças e aquelas com doenças crônicas são particularmente vulneráveis aos efeitos adversos das altas temperaturas. Para diminuir esses riscos, é fundamental ingerir líquidos regularmente para repor as perdas causadas pelo suor, permanecer em locais ventilados ou climatizados durante os períodos de calor intenso, utilizar vestimentas leves e de cores claras para facilitar a transpiração e refletir o calor evitar exercícios extenuantes nas horas mais quentes do dia. A conscientização sobre os efeitos das altas temperaturas e a adoção de medidas preventivas são essenciais para proteger a saúde em um cenário de aquecimento global crescente.
[jp-related-posts ids=”1857346,1856981″]