Petrolão poderá ficar ‘pequeno’ perto do caso Master

Com tantas aberrações políticas e jurídicas, é dever da Polícia Federal e da Procuradoria Geral da República investigar envolvimento de autoridades ligadas a caso

  • Por Alan Ghani
  • 29/01/2026 07h48
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WERTHER SANTANA/ESTADÃO CONTEÚDO Banco Master Banco Master

De acordo com o portal ‘Metrópoles’, o Banco Master pagou R$5 milhões para o escritório de advocacia ministro Ricardo Lewandowski. O contrato ficou ativo por 2 anos, enquanto Lewandowski foi ministro da Justiça.

O caso é mais um conflito de interesse gritante envolvendo autoridades do alto escalão da República. Com tantas aberrações políticas e jurídicas, é dever da Polícia Federal e da Procuradoria Geral da República investigar até onde vai o grau de envolvimento dos membros do Executivo, do Legislativo e do próprio Poder Judiciário ligados direta ou indiretamente no caso Master.

Para isso ocorrer, é fundamental que o processo desça para a primeira instância e que haja promotores e juízes corajosos como foram Moro e Deltan à época da Lava Jato. Além disso, é crucial que a imprensa continue com seu papel vigilante nessa trama que poderá se tornar o maior escândalo de corrupção já visto no Brasil.

Pelo andar da carruagem, o Petrolão poderá se tornar “pequeno” perto do que está por vir do caso Master.

*Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião da Jovem Pan.

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