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Thiago Uberreich

Há 35 anos, uma festa do futebol celebrou a vida do Rei Pelé

A seleção brasileira, treinada por Falcão, perdeu para uma equipe de craques

Thiago Uberreich

Pelé durante último amistoso pelo Brasil, em 1990
Pelé durante último amistoso pelo Brasil, em 1990 GERARD MALIE/AFP via Getty Images

Pelé sempre foi emotivo, mas naquela quarta-feira, 31 de outubro de 1990, o Rei estava com os olhos mais marejados do que nunca. O atleta, que tinha completado 50 anos oito dias antes, recebia homenagens em um jogo que reuniu estrelas de primeira grandeza do futebol, em Milão, na Itália.

Naquela celebração, no Estádio Giuseppe Meazza, Pelé vestiu a camisa da seleção brasileira pela última vez e mostrou que, apesar do avançar da idade, ainda tinha categoria de sobra.

Depois da derrota brasileira na Copa de 1990, na Itália, Paulo Roberto Falcão foi anunciado como treinador da seleção no lugar de Sebastião Lazaroni. O “Rei de Roma” fez uma ampla renovação na equipe nacional. Ele deu chances a jogadores como Cafu, Márcio Santos e Mauro Silva, que foram campeões mundiais em 1994, nos Estados Unidos.

No amistoso, em Milão, Pelé recebeu todas as homenagens possíveis e foi substituído por Neto, autor do único gol brasileiro na derrota por 2 a 1. A equipe adversária, comandada por Franz Beckenbauer, contava com estrelas como Michel, Alemão, Van Basten, Milla e Carlo Ancelotti, atual técnico da seleção. 

O telão  do estádio mostrava lances da carreira de Pelé e os torcedores cantavam “happy birthday” em reverência ao maior atleta de futebol em todos os tempos. Um momento imortal, como o maior camisa 10 da história.

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BRASIL 1 x 2 SELEÇÃO DO MUNDO – Milão – 31.10.1990

Brasil: Sérgio (Ronaldo); Gil Baiano (Bismarck), Paulão, Adílson (Cléber) e Leonardo (Cássio); César Sampaio, Donizete Oliveira (Luís Henrique), Cafu e Pelé (Neto); Charles (Valdeir) e Rinaldo (Careca Bianchesi).

Técnico: Paulo Roberto Falcão.

Seleção do mundo: Goycoechea (Preud’Homme), (N’Kono), (René Higuita); Leo Clijsters (Emmanuel Kunde), Júlio César, Oscar Ruggeri (Alejnikov) e Hugo Eduardo De León (Lajos Detari); Michel (Gabriel Calderón), Alemão (José Basualdo), Rafael Martín Vasquez (Gheorghe Hagi) e Carlo Ancelotti (Enzo Francescoli); Marco Van Basten (Hristo Stoichkov) e Roger Milla (João Paulo).

Técnico: Franz Beckenbauer.

Gols: Michel (35’/1°T), Hagi (04’/2°T) e Neto (15’/2°T)

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