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Política

Daniel Vilela: conheça o governador eleito em 1º turno no em Goiás

Com 99,99% das urnas apuradas, ele recebeu 59,17% dos votos, equivalente a 2.148.112 de votos

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Daniel Vilela
Daniel Vilela Divulgação

Daniel Vilela foi eleito em primeiro turno neste domingo (04). Com 99,99% das urnas apuradas, ele recebeu 59,17% dos votos, equivalente a 2.148.112 de votos. Filho do ex-governador Maguito Vilela (1949–2021) e de Sandra Regina, Vilela nasceu em 23 de outubro de 1983, em Jataí, a cerca de 321 km da capital Goiânia. É o segundo filho do casal. Tem mais dois irmãos do último casamento do pai.

Vilela é casado com Iara Netto Vilela. O casal tem dois filhos: Maria Laura e Fred.

Na juventude, Vilela dedicou-se ao futebol profissional. Jogou como atacante na categoria de base do Goiás. Chegou a disputar a Série A do Campeonato Brasileiro em 2004. Também passou pelo Gama, clube do Distrito Federal.

Deixou o futebol para se dedicar à política. É formado em direito e possui pós-graduação em administração pública pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Trajetória política

Vilela iniciou a caminhada na política em campanhas do pai. Lançou-se, em 2008, candidato à Câmara dos Vereadores de Goiânia, capital goiana, pelo antigo Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), o atual MDB.

Deixou o legislativo municipal em 2010, depois de ser eleito deputado estadual por Goiás.

Em 2014, disputou a Câmara dos Deputados. Durante o mandato na Casa Baixa, presidiu a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

No pleito seguinte, de 2018, concorreu ao Palácio das Esmeraldas. No entanto, o ex-governador Ronaldo Caiado (PSD) venceu em primeiro turno.

Já em 2022, Vilela saiu como vice de Caiado na disputa à reeleição do governo estadual. A dupla venceu em primeiro turno.

Vilela assumiu o Palácio das Esmeraldas em 31 de março, depois de Caiado renunciar para disputar a Presidência.

Em 2016, Vilela foi eleito presidente estadual do PMDB de Goiás. Permaneceu como dirigente do braço goiano depois que a legenda foi rebatizada de MDB. Licenciou-se do cargo em abril.

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