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Domingos Sávio e Marília Campos são eleitos ao Senado em Minas Gerais

Domingos recebeu 24,33% dos votos, e Marília teve 19,39%

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Domingos Sávio e Marília Campos são eleitos ao Senado em Minas Gerais
Confira o resultado no estado Montagem/Reprodução/Instagram

Domingos Sávio (PL) e Marília Campos (PT) foram eleitos senadores pelo estado de Minas Gerais. Domingos recebeu 24,32% e Marília 19,39%. O resultado é com 98,67% das urnas.

Quem são os candidatos

Domingos Sávio foi formado em veterinária pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e nascido em São Tiago em 25 de março de 1957, atuou como produtor rual antes de entrar na política. Chegou a ser presidente do Sindicato Rural de Divinópolis, da Cooperativa Agropecuária e da Cooperativa de Crédito Rural (Crediverde).

Ingressou na política em 1992, quando foi eleito vereador. Construiu sua carreira política em Divinópolis, no Centro-Oeste do estado, e atualmente é deputado federal, está em seu quarto ano de mandato consecutivo. Ele também já atuou como vereador, prefeito e deputado estual. Esa é a primeira vez que disputa ao Senado.

Durante seus anos no parlamento federal, foi Líder da Oposição ao Governo do PT, participando ativamente do processo de Impeachment em 2016. Tem ainda grande histórico de atuação na Comissão de Minas e Energia e na Comissão de Viação e Transporte da Câmara, da qual foi presidente. Destacou-se em CPIs como a da Lei Rouanet, da qual foi relator.​ Foi membro da CPI que investiga o MST e invasões ilegais ao direito de propriedade. É atualmente presidente da Frente Parlamentar do Comércio e Serviços e vice-presidente da Frente Parlamentar Agropecuária.

Nascida em Ouro Branco, no dia 14 de setembro de 1961, Marília Campos é formada em psicologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Casada com o economista José Prata de Araújo, com quem tem três filhos: Natália, Pedro e Vinícius.

Ingressou na corrida eleitoral em 1996, quando concorreu para a Prefeitura e ficou com o terceiro lugar, com 18% dos votos válidos. Em 1998, foi a terceira suplente nas eleições para deputada estadual. Foi nos anos 2000 que conseguiu sua primeira eleição. Foi eleita a vereadora mais votada pelo Partido dos Trabalhadores (PT) em sua cidade, cargo em que foi reeleita em 2018 para o segundo mandato consecutivo, no qual recebeu 71.328 votos.

Para além dos cargos políticos, também presidiu a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Assembleia Legislativa. Como prefeita, atingiu uma marca histórica. Em 2008, com 43,87% dos votos válidos (132,1 mil) no primeiro turno e 56,88% (174 mil) no segundo, cravou um feito duplamente inédito. Foi a primeira a ser reeleita consecutivamente e a única mulher a governar Contagem. .

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