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CEO da Jeju Air é proibido de deixar a Coreia do Sul após acidente aéreo

Colisão com muro no final da pista de pouso no dia 29 resultou na morte de 179 pessoas, com apenas dois sobreviventes

Fernando Keller

Avião Acidente
Forensic team investigates Jeju Air crash at Muan Airport EFE/EPA/YONHAP COREIA DO SUL

A polícia sul-coreana tomou uma medida drástica ao proibir o presidente executivo da Companhia Aérea Jeju Air de deixar o país. Esta decisão surge na esteira de um trágico acidente aéreo envolvendo a companhia, que agora é considerado o pior da história da aviação sul-coreana. O CEO, Kim E-bae, tornou-se uma figura central nas investigações que buscam esclarecer as causas do acidente e determinar se houve falhas de manutenção nas aeronaves da empresa. O desastre resultou na morte de 179 pessoas, com apenas dois sobreviventes, e ocorreu durante um voo de Bangkok, na Tailândia, para Maum, na Coreia do Sul.

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Durante o voo, o piloto da aeronave emitiu um alerta de mayday, relatando uma colisão com aves durante a aproximação, o que pode ter impedido a abertura do trem de pouso. Este problema culminou na colisão com uma barreira no final da pista, cuja presença está sendo investigada, pois não é comum em pistas desse porte. Além disso, a investigação está examinando outras aeronaves da Jeju, uma das companhias aéreas mais baratas do país, devido a preocupações sobre a adequação dos procedimentos de manutenção.

Com informações de Luca Bassani

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*Reportagem produzida com auxílio de IA