Para brasileiros, combate ao desemprego e vacina devem ser prioridades do governo em 2021

Segundo pesquisa feita pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas, ranking de temas tem na sequência de importância a saúde pública (38%) e a educação (34%)

  • Por Jovem Pan
  • 02/02/2021 08h39 - Atualizado em 02/02/2021 09h06
EFE/EPA/OXFORD UNIVERSITYOutras preocupações dos brasileiros estão relacionadas as possíveis elevações da inflação, inadimplência e desigualdade social

Para brasileiros, o combate ao desemprego e a vacina contra o coronavírus devem ser prioridades em 2021. É o que revela uma pesquisa feita pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas. Cerca de 44% dos entrevistados entendem a necessidade de elevar os índices de emprego no país, já 42% veem a vacinação como prioridade absoluta. O ranking de temas tem na sequência a saúde pública (38%) e educação (34%). Sobre as expectativas de melhorias para o Brasil, figuram a criação de vagas de trabalho e aumento da concessão de crédito. Em relação ao momento atual, 3 em cada 10 pessoas acreditam que a economia está retomando o crescimento.

Para 24% das pessoas, a volta está sendo lenta. Já 5% notam como acelerada. Metade dos entrevistados enxerga que economia ainda não voltou a crescer e, por fim, 16% indicam uma piora. O gerente executivo da CNDL, Daniel Sakamoto, acentua a necessidade da vacinação em massa. “Não há nada mais importante para a retomada do crescimento econômico e até para a estabilização dessa crise de saúde que viemos do que a vacina. A vacina precisa chegar em quantidade e velocidade adequadas para retomar o crescimento. Além disso o desemprego continua sendo um problema seríssimo. Há um numero muito grande de pessoas sem renda ou emprego. Essa precisa ser uma prioridade governo.”

Outras preocupações dos brasileiros estão relacionadas as possíveis elevações da inflação, inadimplência e desigualdade social. Ainda de acordo com o levantamento, a pandemia da Covid-19 trouxe um cenário de insegurança e incertezas para a população. Cerca de 39% dos entrevistados ressaltam estar pessimistas ou muito pessimistas quanto à adoção de medidas pelo governo que incentivem o desenvolvimento do país. Já 28% não estão otimistas nem pessimistas — 27% estão otimistas ou muito otimistas.

*Com informações do repórter Daniel Lian