Investigadores apuram alcance de lavagem de dinheiro do PCC na América Latina
Investigadores das polícias civil e federal dizem que o PCC (Primeiro Comando da Capital) ampliou as operações e já atua em boa parte da América Latina. Uma megaoperação nesta segunda-feira, 31, mirou as finanças do grupo. Mais de 300 foram presos e R$ 252 milhões bloqueados. Em um único endereço, em Santos, os policiais encontraram R$ 2,1 milhões e 730 mil dólares. O delegado da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Minas Gerais, Murilo Ribeiro, diz haver há indícios de que a lavagem de dinheiro da facção tenha ultrapassado as fronteiras.
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“Nós já temos informações, inclusive em decorrência dessa apuração, de uma ramificação da facção criminosa para outros países, incluindo locais da América do Sul. A facção envia recursos e drogas para outros países, como locais da Europa”, afirma. Os detidos vão responder pelos crimes de participação em organização criminosa, associação para o tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. A ação ocorreu no dia do aniversário de 27 anos da fundação da facção, ocorrida dentro do presídio de Taubaté.
*Com informações do repórter Leonardo Martins
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