Augusto Nunes comenta carta dos presidenciáveis: ‘É uma frente que não tem a menor importância’

Comentarista de Os Pingos nos Is, da Jovem Pan, afirma que articulação de nomes cotados para enfrentar o presidente Jair Bolsonaro nas eleições de 2022 ‘não chega ao segundo semestre’

  • Por Jovem Pan
  • 01/04/2021 19h09
Youtube/Os Pingos nos IsManifesto pela democracia foi divulgado na noite da quarta-feira, 31

O comentarista Augusto Nunes, de Os Pingos nos Is, da Jovem Pan, afirmou, nesta quinta-feira, 1º, que a união de seis presidenciáveis em favor de um manifesto democrático, divulgado nesta quarta, representa “uma frente que não tem a menor importância”. O documento, idealizado na esteira da crise causada pela demissão do general Fernando Azevedo e Silva do Ministério da Defesa e da troca no comando das três Forças Armadas, é assinado pelo ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta, o ex-ministro da Fazenda Ciro Gomes (PDT), os tucanos João Doria, governador de São Paulo, e Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul, além do empresário João Amoêdo (Novo) e o apresentador Luciano Huck.

“Quem vai ser o candidato e quem vai ser o vice? Essa frente começa a morrer aí. O Luciano Huck vai voltar para o programa de auditório, vai continuar com muito mais com mais anunciantes e credibilidade para fazer as peças publicitárias que faz. O Ciro, o que ele é agora? Ele já foi revolucionário, já foi de direita, de extrema-direita. Ele começou no PDS, partido que apoiava o regime militar, que hoje ele rejeita. Disse que entrou naquela história por causa do pai, tinha muito carinho pelo pai Agora ele tem carinho por quem? Pelo voto. É mais um candidato O Ciro perde do Ciro. Ele se derrota. O João Amoedo tem a oposição dos oito deputados federais do Novo, nenhum quer saber do João Amoedo, porque ele entrou na linha oportunista de fazer oposição radical ao Bolsonaro. João Doria e Eduardo Leite vão se pegar, daqui a pouco, no PSDB, que escolhe candidato em mesa de restaurante. É uma frente que não tem a menor importância, porque não chega no segundo semestre”, afirmou.