Leo Dias: PK e Felipe Araújo comentam mistura de gêneros em parceria que deu certo

Cantores participaram do Tô na Pan, apresentado por Leo Dias e Ligia Mendes, nesta quinta-feira (1º)

  • Por Jovem Pan
  • 01/10/2020 13h01
Reprodução/YouTubeClipe de 'Qual É Dessa Mina?' está quase batendo 1 milhão de visualizações no YouTube

De gêneros diferentes, os cantores PK e Felipe Araújo mostraram que têm muita sintonia na parceria “Qual É Dessa Mina?”. Em conversa com Leo Dias e Ligia Mendes no Tô na Pan desta quinta-feira (1º), os artistas comentaram sobre o sucesso da mistura de sertanejo com rap, que está prestes a bater 1 milhão de visualizações no YouTube. “Gosto muito de mesclar estilos musicais. Sou uma pessoa que gosto muito de ouvir trap, funk, pagode, gosto de ouvir de todos os estilos. Tento colocar isso nas minhas músicas”, disse Araújo.

PK também disse que sempre mesclou gêneros, relembrando as parcerias com Belo, Luísa Sonza e Ludmilla. Para ele, que tem como base o rap e o funk, foi natural começar a trazer propriedades de outros estilos para o seu. “Com o Felipe não foi diferente, um cara que eu era fã e depois que conheci virei mais ainda. Recebi essa música e tinha como desafio meu fazer algo com alguém do sertanejo. Era o que estava faltando para mim mesmo”, contou o rapper.

PK e Felipe Araújo também comentaram sobre a ausência de shows durante a pandemia de Covid-19. O sertanejo disse que sente falta de uma aglomeração. “É um desafio lançar música nova, pois não sabemos como a música será recebida pelas pessoas e dependemos muito das festas, shows, daquela aglomeração que estamos morrendo de saudades para a música viralizar cada vez mais rápido. Mas as redes sociais têm ajudado muito”, disse.

Já PK defendeu o retorno dos shows para fortalecer a indústria do entretenimento, um dos setores mais impactados na pandemia e que ainda tem sua reabertura travada. “Muitas pessoas criticam [a defesa do retorno de eventos], mas falta sensibilidade. A indústria do entretenimento não é só o cantor, é muita coisa que gira para isso poder acontecer. Hoje a minha equipe, meu escritório, consegue ajudar todas as famílias que trabalham comigo. Mas é diferente do que eles ganhavam antes.”

Assista ao Tô na Pan na íntegra: