Estado de São Paulo registra primeiro caso de sarampo em 2026

Diagnóstico aconteceu na capital paulista; paciente é um bebê de 6 meses

  • Por Nícolas Robert
  • 11/03/2026 09h13 - Atualizado em 11/03/2026 09h19
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Divulgação / Ministério da Saúde Sarampo Estado de São Paulo registra primeiro caso de sarampo em 2026

O estado de São Paulo registrou o primeiro caso de sarampo em 2026. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP), o diagnóstico aconteceu na capital paulista, e a paciente é uma criança de 6 meses, do sexo feminino, sem histórico de vacinação e com registro de deslocamento para a Bolívia em janeiro deste ano.

O caso foi notificado em fevereiro e confirmado por exames laboratoriais neste mês. Após a confirmação, o Centro de Vigilância Epidemiológica de São Paulo emitiu um alerta na segunda-feira (9).

No ano passado, foram registrados dois casos da doença no território paulista. A secretaria informou que “monitora continuamente o cenário epidemiológico do sarampo e reforça que a vacinação é a principal forma de prevenção”.

A vacinação contra o sarampo faz parte do Calendário Nacional de Vacinação. A pasta também informou quem deve se vacinar contra sarampo:

Crianças: a primeira dose deve ser aplicada aos 12 meses de idade (tríplice viral – sarampo, caxumba e rubéola) e a segunda aos 15 meses (tetra viral– sarampo, caxumba, rubéola e varicela);

Pessoas de 5 até 29 anos: é necessário tomar duas doses da vacina com intervalo mínimo de 30 dias entre as doses. A pessoa que comprovar 2 doses da vacina tríplice viral será considerada vacinada;

Pessoas de 30 a 59 anos: devem tomar uma dose da vacina. A pessoa que comprovar 1 dose da tríplice viral será considerada vacinada;

Trabalhadores da saúde: devem receber 2 doses de tríplice viral, a depender da situação vacinal encontrada, independentemente da idade. Considerar vacinado o trabalhador da saúde que comprovar 2 doses da tríplice viral.

Portal de vacinas

O Governo de São Paulo disponibiliza o portal Vacina 100 Dúvidas, que reúne as perguntas mais frequentes sobre vacinação, efeitos colaterais, eficácia dos imunizantes, doenças imunopreveníveis e os riscos da não vacinação.

O acesso está disponível em: www.vacina100duvidas.sp.gov.br.

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