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‘Fechem as portas do futebol brasileiro’: Jornalistas da Jovem Pan detonam arbitragem após pênalti contra o Grêmio

Apresentadores e comentaristas do programa'Canelada expressaram revolta com o lance que decidiu a partida entre o Tricolor gaúcho e o Red Bull Bragantino

Felipe Cerqueira

Marlon
54832783253_6822190509_k Lucas Uebel/Grêmio FBPA

A polêmica marcação de um pênalti nos acréscimos da partida entre Red Bull Bragantino e Grêmio, que resultou na derrota do time gaúcho por 1 a 0 no último sábado (4), foi o estopim para duras críticas de jornalistas do programa Canelada, da Jovem Pan Esportes. Comentaristas e o apresentador Pilhado não pouparam a arbitragem de campo, o VAR e a própria CBF, refletindo a indignação que tomou conta do debate esportivo.

O lance em questão ocorreu já no final do jogo, quando a bola tocou no braço do lateral-esquerdo Marlon, do Grêmio. Após revisão no VAR, o árbitro Lucas Casagrande marcou a penalidade, convertida pelo Bragantino. A decisão gerou um desabafo imediato do jogador gremista em campo, que afirmou categoricamente: “O Grêmio foi prejudicado e está sendo roubado”. A declaração foi publicamente respaldada pelo clube em suas redes sociais.

A revolta ecoou nos estúdios da Jovem Pan. O apresentador Pilhado, de forma enfática, desabafou. “Fechem as portas do futebol brasileiro! Acabem com a CBF! O futebol brasileiro acabou!”, bradou, completando que o episódio não pode ser normalizado. “Não dá para a gente ver o que aconteceu no jogo e a gente tornar isso normal. Isso é um escândalo!”

O comentarista Flávio Prado direcionou suas críticas principalmente à ferramenta de vídeo, que, segundo ele, tem sido mal utilizada no Brasil. “O VAR foi um prejuízo enorme para o futebol brasileiro”, declarou. Prado argumentou que o país se tornou “o país dos pênaltis e o país dos gols anulados” desde a implementação da tecnologia e foi duro ao classificar os responsáveis: “Os caras que estão no VAR são ex-árbitros incompetentes ao extremo, a raspa do tacho, o lixo do lixo”.

Na mesma linha, o comentarista Mauro Cezar Pereira expressou seu desânimo com a situação e questionou a capacidade técnica dos árbitros. “Isso é desconhecimento da regra, da dinâmica do jogo”, analisou. Para ele, a decisão de marcar o pênalti ignora o movimento natural do jogador. “Imagina que o jogador não tem braço. A bola bateria no corpo dele”, exemplificou. A frustração foi tamanha que o jornalista confessou: “Dá vontade de parar de ver futebol”.

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O consenso entre os jornalistas é de que o lance representa uma crise de credibilidade na arbitragem brasileira, tratando o erro não como um fato isolado, mas como um sintoma de um problema maior que, segundo eles, compromete a integridade do esporte mais popular do país.

Veja debate no Canelada

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*Reportagem produzida com auxílio de IA