JOVEM PAN

Jovem Pan
TV Ao Vivo
Três em Um | 16h00 - 18h00
Brasil

Autópsia revela causa da morte de Juliana Marins após queda em vulcão na Indonésia

De acordo com o laudo do Instituto Médico Legal de Bali, brasileira morreu cerca de 20 minutos após o impacto; causa da morte foi hemorragia interna provocada por trauma torácico grave e não houve hipotermia

Victor Trovão

Juliana Marins
juliana-marins Reprodução/Instagram/@resgatejulianamarins

Nesta sexta-feira (27), a autópsia da brasileira Juliana Marins confirmou que ela morreu após sofrer trauma contundente ao cair no Monte Rinjani, na Indonésia, e os danos apontam para morte imediata após o impacto. Segundo o legista Ida Bagus Alit, a causa da morte foi um trauma torácico grave provocado por impacto de “violência contundente”, o que teria provocado grande hemorragia interna e danos irreversíveis aos órgãos respiratórios. A morte teria ocorrido cerca de 20 minutos após a queda e não há indícios de que ela tenha sobrevivido por um longo período, como se cogitou durante a operação de resgate.

“Os ferimentos mais graves estavam no tórax, especialmente na parte de trás do corpo, onde o impacto comprometeu órgãos internos ligados à respiração. Estimamos que, no máximo, 20 minutos depois do trauma, ela já não apresentava mais sinais vitais. Não há sinais de hipotermia ou sofrimento prolongado após a lesão. A causa direta da morte foi o impacto e a quantidade de sangue acumulado dentro da cavidade torácica”, afirmou o médico legista Ida Bagus Putu Alit, em entrevista coletiva.

[cta-selector name=”model2″ image1=”https://s.jpimg.com.br/wp-content/plugins/CTA-posts-selector/assets/images/640_3anos-JPNews.jpg” text2=”Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!” link3=”https://www.whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S” text4=”WhatsApp” icon5=”fa-brands fa-whatsapp” ]

De acordo com o profissional, Juliana sofreu também escoriações generalizadas em diversas partes do corpo, nos membros superiores e inferiores, além de ferimentos na região da cabeça. “Não havia os sinais clássicos de hipotermia, como necrose nas extremidades ou coloração escura nos dedos. Isso nos permite afirmar com segurança que a hipotermia não foi a causa — detalhou o perito”, informou Alit.

 

Ver essa foto no Instagram

 

Uma publicação compartilhada por Jovem Pan NEWS (@jovempannews)

[jp-related-posts ids=”2003246″]