JOVEM PAN

Jovem Pan
TV Ao Vivo
Mala Pronta | 02h00 - 03h00
Política

Projeto que prevê multa de até R$ 18 mil para quem buscar atendimento a bebê reborn é protocolado na Alesp

O PL 532/2025 prevê cobranças que vão de R$ 9.255,00 a R$ 18.510,00, em caso de reincidência

Felipe Cerqueira

Brasília (DF), 16/05/2025 - Bebê reborn. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
Brasília (DF), 16/05/2025 - Bebê reborn. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil Valter Campanato/Agência Brasil

A deputada estadual Carla Morando (PSDB) protocolou, nesta quinta-feira (29) na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), um projeto de lei que determina aplicação de multa à pessoa que buscar atendimento em serviços públicos para bebê reborn “como se fossem humanos”. O PL 532/2025 prevê cobranças que vão de R$ 9.255,00 a R$ 18.510,00, em caso de reincidência. A ideia, de acordo com o texto, é que os recursos correspondentes às multas aplicadas deverão ser destinados ao Fundo Estadual da Saúde.

O projeto determina, ainda, que as unidades prestadoras do serviço público, ao identificarem um situação como essa, deverão: orientar a pessoa a respeito da inapropriabilidade da conduta e do correto uso do serviço público e comunicar o fato à autoridade competente para o registro do ocorrido, com o detalhamento da situação e a coleta dos dados de identificação do infrator, juntamente com o número do CPF, em formulário próprio, para a adoção das medidas pertinentes ao caso.

[cta-selector name=”model2″ image1=”https://s.jpimg.com.br/wp-content/plugins/CTA-posts-selector/assets/images/640_3anos-JPNews.jpg” text2=”Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!” link3=”https://www.whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S” text4=”WhatsApp” icon5=”fa-brands fa-whatsapp” ]

Para a deputada, a medida previne “tumultos”, principalmente em ambientes que exigem “atenção plena aos pacientes “reais”, já que um atendimento a nomeados “resultaria em prejuízo à rotina da unidade com inegável reflexo na sobrecarga do sistema.” O PL prevê, ainda. que as sanções nao sejam aplicadas apenas em unidades de saúde, mas também “em outras áreas do serviço público, como educação, transporte, segurança, defesa civil”.

[jp-related-posts ids=”1979679,1976366″]