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Trump diz que enviará imigrantes ilegais para a prisão de Guantánamo

O presidente dos Estados Unidos enfatizou que o local é adequado para manter os criminosos mais perigosos e estrangeiros que estão em situação irregular; Guantánamo é amplamente criticada por práticas de tortura

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Trump
Trump EFE/EPA/SAMUEL CORUM / POOL

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou, nesta quarta-feira (29), um novo decreto que visa a preparação de uma instalação na prisão de Guantánamo, localizada em Cuba, para abrigar até 30 mil imigrantes ilegais que estão detidos no país. Durante o anúncio, Trump enfatizou que a prisão é adequada para manter os criminosos mais perigosos e estrangeiros que estão em situação irregular.

“Temos 30 mil camas em Guantánamo para deter os piores criminosos e estrangeiros ilegais ameaçando o povo americano. Alguns deles são tão maus que não confiamos nos países para segurá-los, porque não queremos que eles voltam. Isso vai dobrar nossa capacidade imediatamente. É um lugar difícil de sair”, afirmou Trump em evento na Casa Branca.

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Inaugurada em 2002, a prisão de Guantánamo é amplamente criticada por suas práticas de tortura, o que gerou controvérsias para as administrações que se sucederam. A prisão foi criada em 2002 durante a gestão de George W. Bush e nos desdobramentos do ataque terrorista do 11 de Setembro. O ex-presidente Barack Obama tentou fechar a instalação, mas seus esforços não foram bem-sucedidos. Joe Biden também defendeu o fechamento da prisão.

A nova medida foi anunciada por Trump durante a assinatura da lei Laken Riley, que impõe a detenção de imigrantes que tenham sido acusados ou que tenham cometido crimes como roubo, agressão ou homicídio. Além disso, a legislação confere aos procuradores estaduais a autoridade para processar o governo federal em casos de falhas na política migratória.

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*Reportagem produzida com auxílio de IA

Publicado por Carol SaNTOS