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Macroeconomia

Banco Central eleva projeções do PIB de 2024 para 3,5% e de 2025 para 2,1%

Mudanças apresentadas no Relatório de Inflação trimestral mostram que a expectativa para o consumo das famílias foi elevada de 4,5% para 5,3%, enquanto a do governo, reduzida de 2,7% para 1,9%

ia samy

Notas e moedas de baixo valor espalhadas em mesa
money-1632055_1280 João Geraldo Borges Júnior/Pixabay

O Banco Central revisou suas previsões para o crescimento do PIB, aumentando a estimativa de 3,2% para 3,5% para o ano de 2024. Para 2025, a projeção também foi ajustada, passando de 2% para 2,1%. Essas mudanças, apresentadas no Relatório de Inflação trimestral nesta quinta-feira (19), refletem resultados positivos observados no terceiro trimestre, além de indicadores promissores para o quarto trimestre. A elevação na expectativa de crescimento do PIB em 2024 é impulsionada principalmente pelo setor de serviços, cuja projeção subiu de 3,2% para 3,8%.

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No entanto, essa alta é contrabalançada por uma revisão negativa nas estimativas para a agropecuária, que passou de -1,6% para -2%, e um crescimento mais modesto na indústria, que foi ajustado de 3,5% para 3,3%. Além disso, a previsão para o consumo das famílias foi elevada de 4,5% para 5,3%, enquanto a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) teve um aumento significativo, passando de 5,5% para 7,3%. Por outro lado, a expectativa para o consumo do governo foi reduzida, caindo de 2,7% para 1,9%.

As exportações mostraram uma leve alteração, passando de 3,2% para 3%, enquanto as importações tiveram um aumento considerável, de 11,3% para 13,7%.Para o ano de 2025, a projeção de crescimento do PIB é influenciada por fatores diversos. A revisão para cima na agropecuária, que agora é estimada em 4%, contrasta com a expectativa de um crescimento mais lento ao longo do ano.

As previsões para a indústria e serviços permanecem estáveis, com crescimento projetado de 2,4% e 1,9%, respectivamente. O consumo das famílias e a FBCF também foram ajustados para cima, enquanto a estimativa para o consumo do governo foi reduzida de 2% para 1,6%. O Banco Central ressalta que existem riscos associados a esse cenário otimista, incluindo a incerteza em relação ao crescimento global e os efeitos do aperto nas condições financeiras.

*Reportagem produzida com auxílio de IA
Publicada por Matheus Oliveira

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