Barroso defende rastreabilidade de emendas enquanto Lira acusa tribunal de legislar
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, destacou a importância de que as emendas parlamentares sejam rastreáveis e controláveis, além de estarem vinculadas a projetos estruturantes. A recente decisão do tribunal, que permitiu a retomada do pagamento de emendas que estavam bloqueadas desde agosto, gerou descontentamento entre os membros do Congresso, que exigem a liberação dos recursos sem as novas restrições. Em meio a esse conflito, o governo federal está se esforçando para evitar que a situação prejudique a tramitação de sua agenda econômica no Legislativo.
[cta-selector name=”model2″ image1=”https://s.jpimg.com.br/wp-content/plugins/CTA-posts-selector/assets/images/640_3anos-JPNews.jpg” text2=”Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!” link3=”https://www.whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S” text4=”WhatsApp” icon5=”fa-brands fa-whatsapp” ]
Para isso, a Advocacia Geral da União (AGU) decidiu recorrer ao STF, buscando esclarecimentos sobre a decisão de Barroso. O governo tem como meta liberar um total de R$ 7,8 bilhões em emendas, incluindo R$ 3,2 bilhões referentes às emendas “Pix”, que requerem a apresentação de um plano de trabalho em um prazo de 60 dias.
Os parlamentares expressaram insatisfação com as alterações nas emendas “Pix” e nas emendas destinadas à saúde, que agora precisam ser aprovadas previamente nas comissões do Sistema Único de Saúde (SUS). A decisão do STF, que foi ratificada por uma maioria durante o julgamento realizado na última segunda-feira, trouxe novas exigências que complicam o processo de liberação dos recursos.
*Reportagem produzida com auxílio de IA
Publicado por Fernando Dias
[jp-related-posts ids=”1792898,1792782,1792638″]