JOVEM PAN

Jovem Pan
TV Ao Vivo
Jornal da Manhã – 2ª Edição | 07h00 - 10h00
Política

Mauro Cid confirma a Moraes reunião na casa de Braga Netto para tramar golpe contra Lula

De acordo com a investigação, o encontro foi o ponto de partida do plano para assassinar o presidente da República, o vice Geraldo Alckmin e o ministro do STF Alexandre do Moraes; Cid negou participação

ia samy

Mauro Cid
CID DEIXA O STF APÓS PRESTAR DEPOIMENTO LUIS NOVA/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

O ex-ajudante de ordens Mauro Cid prestou depoimento ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), onde confirmou a realização de uma reunião na residência do ex-ministro da Defesa, Walter Braga Netto. O encontro, que ocorreu em 12 de novembro de 2022, foi descrito como um momento crucial para a elaboração de um plano que visava um golpe de Estado, incluindo a intenção de assassinar o então presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, e seu vice, Geraldo Alckmin. De acordo com informações obtidas pela Polícia Federal, mensagens interceptadas revelaram que, apenas dois dias após a reunião, os militares começaram a discutir ações para implementar o plano. Embora Cid tenha negado sua participação nos planos de assassinato, ele forneceu detalhes que implicam Braga Netto em atividades golpistas. O general, que ocupou cargos importantes no governo Bolsonaro, foi mencionado como um dos principais articuladores.

[cta-selector name=”model2″ image1=”https://s.jpimg.com.br/wp-content/plugins/CTA-posts-selector/assets/images/640_3anos-JPNews.jpg” text2=”Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!” link3=”https://www.whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S” text4=”WhatsApp” icon5=”fa-brands fa-whatsapp” ]

A investigação da PF também identificou Braga Netto como um intermediário entre o ex-presidente Bolsonaro e os manifestantes que clamavam por uma intervenção militar. Cid, em sua delação, afirmou que mantinha Bolsonaro informado sobre as movimentações golpistas. Um documento da PF revelou a intenção de criar um “Gabinete Institucional de Gestão da Crise”, que deveria ser ativado em 16 de dezembro, um dia após a data prevista para a captura do ministro Moraes, com Braga Netto designado como “coordenador-geral”.

Após ouvir o depoimento de Cid, o ministro Moraes decidiu manter o acordo de colaboração premiada que ele havia firmado com a Polícia Federal. Moraes considerou que Cid havia esclarecido as omissões e contradições que foram levantadas pela investigação, o que reforçou a credibilidade de suas declarações.

*Reportagem produzida com auxílio de IA
Publicado por Fernando Dias

[jp-related-posts ids=”1781190,1781031,1781158″]