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Macroeconomia

Bancos lideram dívidas de consumidores inadimplentes em outubro de 2024

Setor de Comércio ficou em segundo lugar, com 10,51%, seguido por Água e Luz, que representou 10,38%, e outras categorias somaram 8,22%

ia samy

Pessoa faz contas na calculadora
closeup-economist-using-calculator-while-going-through-bills-taxes-office Drazen Zigic/Freepik

Em outubro de 2024, os bancos foram responsáveis por 64,93% das dívidas de consumidores inadimplentes, conforme dados da CNDL e SPC Brasil. O setor de Comércio ficou em segundo lugar, com 10,51%, seguido por Água e Luz, que representou 10,38%, e outras categorias somaram 8,22%. A única área que apresentou crescimento nas dívidas foi a dos bancos, com um aumento de 4,16%, enquanto os setores de Água e Luz, Comércio e Comunicação observaram reduções. José César da Costa, presidente da CNDL, alertou que o aumento da taxa Selic, juntamente com a expectativa de novas elevações nas taxas de juros, pode agravar a situação financeira dos consumidores. Essa situação é especialmente preocupante para aqueles que já enfrentam dificuldades com dívidas bancárias, pois o custo do crédito tende a aumentar.

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A média de dívida por consumidor negativado alcançou R$ 4.425,73. Entre os endividados, 30,93% possuem dívidas de até R$ 500, enquanto 44,74% estão com valores que não ultrapassam R$ 1.000. Esses números refletem a realidade financeira de muitos brasileiros que lutam para equilibrar suas contas. A região Centro-Oeste se destacou com a maior taxa de inadimplência, atingindo 44,54%, além de registrar um crescimento anual de 6,44% no número de dívidas. Em contraste, a região Sul apresentou a menor proporção de consumidores negativados, com 36,66%, e uma diminuição de 1,68% nas dívidas, indicando uma situação financeira relativamente mais estável nessa área.

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Publicado por Sarah Paula

*Reportagem produzida com auxílio de IA