JOVEM PAN

Jovem Pan
TV Ao Vivo
Jornal da Manhã – 1ª Edição | 05h00 - 07h00
Mundo

Departamento de Justiça faz acusações de conspiração iraniana para assassinato de Trump

De acordo com documentos judiciais, um dos suspeitos foi instruído a eliminar o presidente eleito; outros dois foram detidos em Nova York, sendo acusados de colaborar com o governo iraniano na vigilância de um jornalista

Redação

Trump
Donald Trump no tendrá a Latinoamérica en el centro de sus políticas, según expertos EFE/Cj Gunther

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos revelou que três indivíduos foram acusados de envolvimento em uma conspiração iraniana com o objetivo de assassinar o presidente eleito, Donald Trump. Os nomes dos acusados são Farhad Shakeri, Carlisle Rivera e Janthon Loadholt. Em setembro, a equipe de campanha de Trump recebeu alertas sobre ameaças de morte originadas do Irã. De acordo com documentos judiciais, Shakeri foi instruído por autoridades iranianas a monitorar e eliminar Trump. Atualmente, ele está foragido e acredita-se que esteja vivendo no Irã. Sua função era coordenar uma rede de criminosos para facilitar os planos de assassinato.

[cta-selector name=”model2″ image1=”https://s.jpimg.com.br/wp-content/plugins/CTA-posts-selector/assets/images/640_3anos-JPNews.jpg” text2=”Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!” link3=”https://www.whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S” text4=”WhatsApp” icon5=”fa-brands fa-whatsapp” ]

Por outro lado, Rivera e Loadholt foram detidos em Nova York, sendo acusados de colaborar com o governo iraniano na vigilância de um jornalista que critica o regime. Os promotores alegaram que Shakeri recebeu ordens da Guarda Revolucionária do Irã para assassinar cidadãos americanos e israelenses, mas a partir de setembro, a atenção se voltou para Trump. Ele foi dado um prazo de uma semana para desenvolver um plano de assassinato. Em gravações, Shakeri mencionou que, caso não conseguisse cumprir o prazo, deveria aguardar até após as eleições, acreditando que Trump não seria reeleito.

Em julho, Trump já havia sido alvo de um ataque a tiros durante um comício, e após o incidente, expressou que, se o Irã o matasse, esperava que os Estados Unidos respondessem de forma contundente. As autoridades americanas estão em alerta para possíveis retaliações do Irã, especialmente desde a morte do general Qasem Suleimani em um ataque aéreo em 2020.

Além das acusações de conspiração, as agências de segurança dos EUA também relataram que o Irã tentou invadir sistemas de campanha de Trump e planejou ataques contra a vice-presidente Kamala Harris. A situação levanta preocupações sobre a segurança de figuras políticas americanas e a crescente tensão entre os Estados Unidos e o Irã.

*Reportagem produzida com auxílio de IA
Publicado por Fernando Dias

[jp-related-posts ids=”1770579,1770307,1770507″]