JOVEM PAN

Jovem Pan
TV Ao Vivo
Três em Um | 16h00 - 18h00
Política

TRE-SP nega pedido de Pablo Marçal e mantém suspensão de contas nas redes sociais

Defesa do candidato à prefeitura de São Paulo alegou que a suspensão de suas contas configurava censura prévia e infringia seu direito à liberdade de expressão

Redação

O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) decidiu, em uma votação apertada de 4 a 3, negar o pedido do candidato à prefeitura de São Paulo, Pablo Marçal, do PRTB, para reverter a suspensão de suas contas nas redes sociais. As plataformas afetadas incluem Instagram, YouTube, TikTok e X (anteriormente conhecido como Twitter). Apesar da proibição, a decisão permite que Marçal crie novos perfis. A defesa de Marçal alegou que a suspensão de suas contas configurava censura prévia e infringia seu direito à liberdade de expressão. No entanto, o relator do caso, Claudio Langroiva Pereira, junto a outros juízes, argumentou que não se tratava de censura, uma vez que a decisão não impediu a criação de novas contas e havia evidências de ações que poderiam comprometer a equidade do pleito eleitoral.

[cta-selector name=”model2″ image1=”https://s.jpimg.com.br/wp-content/plugins/CTA-posts-selector/assets/images/cta_logo_jp_geral.png” text2=”Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!” link3=”https://www.whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S” text4=”WhatsApp” icon5=”fa-brands fa-whatsapp” ]

A Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo se manifestou contra o pedido de Marçal, considerando a suspensão como uma medida proporcional e adequada. A ação que resultou na suspensão foi movida pelo PSB, que alegou irregularidades nas competições de vídeos, incluindo a distribuição de prêmios em dinheiro, o que poderia configurar práticas ilícitas. As consequências para Marçal podem ser severas, incluindo a possibilidade de indeferimento de sua candidatura ou até mesmo a cassação de seu registro. Além disso, ele pode enfrentar inelegibilidade por um período de até oito anos. O Ministério Público Eleitoral já indicou que as ações descritas na denúncia apontam para um abuso de poder econômico, o que pode agravar ainda mais sua situação.

[jp-related-posts ids=”1728516,1728502″]

Publicado por Sarah Américo

*Reportagem produzida com auxílio de IA