Reformas estruturais são a saída para criação de empregos, diz especialista

Mesmo com a criação de 142 mil vagas em 2020, o Brasil segue com alto índice de desemprego, com 14 milhões de pessoas fora de postos de trabalho

  • Por Jovem Pan
  • 13/02/2021 07h45 - Atualizado em 13/02/2021 11h58
Jovem Pan criou campanha em defesa das reformas e dos projetos fundamentais para o desenvolvimento do país

O Brasil conseguiu fechar 2020 com a geração de 142 mil empregos. Apesar do saldo formal positivo, após um ano de profunda queda no Produto Interno Bruto (PIB), derivada da pandemia, o país tem 14 milhões de desempregados. Para o advogado Matheus Vieira o país depende da agenda de reformas no Congresso Nacional. “É a demora do Congresso Nacional em pautar reformas estruturais relevantes, que poderiam facilitar o desenvolvimento das atividades já existentes no país, assim como facilitar a captação de novos recursos e a chegada de novos investidores, o que acabaria por gerar novos postos de trabalho. Uma segunda questão relevante é o aparecimento de novas tecnologias que acabam por substituir os trabalhadores sem que haja uma estratégia governamental para lidar com essa questão, assim como a inexistência de uma legislação que possa amparar os trabalhadores e trazer maior segurança jurídica para as empresas”, avaliou.

Em Brasília, as propostas de reedição da CPMF recomeçam a surgir, como forma de bancar o auxílio emergencial, que cessou em 2021. Outra preocupação é o avanço da pandemia com reflexos no funcionamento das cidades e no desempenho da economia. Acompanhe a cobertura especial da campanha na página especial do site da Jovem Pan. Clique AQUI.

*Com informações do repórter Marcelo Mattos