Bolsonaro afirma que vetará extensão do auxílio emergencial se a Câmara aumentar o valor
Em transmissão ao vivo na quinta-feira (11), o presidente Jair Bolsonaro afirmou que vetará a extensão do auxílio emergencial por mais duas parcelas mensais caso a Câmara dos Deputados aumente o valor para além dos R$ 300, defendidos pelo Ministério da Economia.
“Na Câmara, vamos supor que chegue uma proposta de duas [novas parcelas] de R$ 300. Se a Câmara quiser passar para R$ 400, R$ 500, R$ 600, qual vai ser a decisão minha para que o Brasil não quebre? (…) É o veto. Se pagar mais duas [parcelas]de R$ 600, vamos ter uma dívida cada vez mais impagável”, disse o chefe do Executivo.
No vídeo, Bolsonaro afirmou que o gasto do governo federal com as três parcelas do auxílio emergencial previstas até o momento “deve chegar a R$ 150 bilhões”. Isso porque, segundo ele, entram na conta desembolsos “atrasados” para “o pessoal que está na malha fina” e, portanto, não teve autorização para receber o dinheiro.
“Não pode gastar mais R$ 100 bilhões, não tem como. Se fosse possível, gostaria de gastar”, disse ele, em referência ao que seria o custo de duas parcelas adicionais de R$ 600.
Antes de iniciar a explicação sobre um eventual veto à extensão do benefício, Jair Bolsonaro chegou a comentar que o gasto total de recursos dos cofres federais com medidas de enfrentamento à pandemia da Covid-19 “vai chegar na casa de R$ 1 trilhão”.
*Com informações do Estadão Conteúdo
continue lendo
Política
Bolsonaro e Lula aumentaram Bolsa Família a pouco tempo das eleições; compare
Em 2022, o então Auxílio Brasil passou de R$ 400 para R$ 600; atual governo informou que benefício terá correção de 15,04%, com piso de R$ 691
- Frio diminui em SP no final de semana, com sol entre nuvens e máxima de 25ºC Estadão Conteúdo · há 2 horas
- Fiscal que liberou obra de prédio que desabou em SP é investigada por enriquecimento ilícito Estadão Conteúdo · há 14 horas
- Estudante de nutrição é morta com 46 facadas dentro de academia no Paraná Estadão Conteúdo · há 15 horas
- Empresas afetadas por tarifaço dos EUA ou pela guerra já podem pedir empréstimo Agência Brasil · há 21 horas