JOVEM PAN

Jovem Pan
TV Ao Vivo
Tempo Real | 14h00 - 16h00
Brasil

Corpo de idosa é enviado a outro estado após erro de hospital na Bahia

Dália Ventim Costa foi levada de Feira de Santana a Aracaju, no Sergipe

Marcelo Bamonte e Rafael Rintzel

Imagem aérea do Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), em Feira de Santana, Bahia.
Imagem aérea do Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), em Feira de Santana, Bahia. Reprodução / Secretaria da Saúde da Bahia.

O corpo de uma idosa de 79 anos foi enviado para a outra família após sua morte devido a um erro na liberação dos corpos pelo Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), em Feira de Santana, na Bahia. O caso ocorreu na segunda-feira (13) e só foi descoberto quando os parentes foram ao hospital para realizar a liberação do corpo.

Conforme informaram familiares ao G1, Dália Ventim Costa sofreu um infarto e foi internada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Mangabeira em 26 de maio. Posteriormente, ela foi transferida para o HGCA, onde morreu por volta das 23h30 de domingo (12).

Após receberem a notícia do falecimento, os parentes foram orientados a retornar ao hospital às 5h para retirar o corpo. No entanto, ao chegarem no horário informado, foram comunicados de que o corpo já não estava mais na unidade.

O hospital informou que a idosa foi encaminhada para outra cidade após um erro no processo de liberação do corpo. A suspeita é de que Dália tenha sido trocada com outra paciente, cuja família é de Aracaju, em Sergipe.

O hospital Clériston Andrade fez buscas para localizar o corpo e providenciou seu retorno a Feira de Santana, que aconteceu pouco depois do meio-dia de segunda-feira. O velório e o sepultamento ocorreram na mesma tarde, no Cemitério São Jorge. Dália deixa cinco filhos.

Investigação

Em nota, o Hospital Geral Clériston Andrade lamentou o episódio e manifestou solidariedade às famílias envolvidas. A direção informou que o corpo já está foi enviado de volta a Feira de Santana para que os familiares realizem o velório e o enterro.

A unidade também anunciou a abertura de uma sindicância para apurar como ocorreu a troca dos corpos, identificar eventuais falhas no procedimento de liberação e adotar as medidas administrativas necessárias para evitar que novos erros como esse voltem a acontecer.

O hospital também afirma que mantém contato com as famílias para que o sepultamento das duas pacientes ocorra o mais rápido possível.

Assuntos