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‘Legado de Paulo Frateschi é imortal’, diz presidente do PT

Edinho Silva lamentou a morte do ex-deputado, a quem descreveu como 'uma liderança muito forte na história do partido' e na redemocratização do país

Victor Trovão

Elza Fiúza/Agência Brasil
ministro da Comunicação Social <p>Após a reunião de coordenação política com a presidenta Dilma Rousseff

O presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Edinho Silva, lamentou profundamente a morte do ex-deputado Paulo Frateschi, a quem descreveu como “uma liderança muito forte na história do PT”. Durante conversa com jornalistas na manhã desta sexta-feira (7), Silva destacou o legado de Frateschi na luta por um “Brasil mais justo, mais humano” e na redemocratização do país. 

“Ele dedicou a sua vida à construção de um projeto, de um sonho”, afirmou o dirigente petista. Edinho Silva ressaltou a importância da trajetória de Frateschi não apenas para o partido, mas para a política nacional e a defesa da democracia. “Ele lutou pela redemocratização do Brasil, dedicou a sua juventude a isso, para que nós, hoje, tivéssemos o direito a votar, o direito à livre manifestação”, disse.

Visivelmente abalado, o presidente do PT classificou a morte como uma “perda trágica” e pediu solidariedade à família e aos amigos. Ele também fez duras críticas às manifestações de ódio observadas nas redes sociais após a notícia do falecimento. “Às vezes me choca as manifestações em redes sociais, extremamente agressivas, que mostram que, infelizmente, o ser humano está se petrificando”, declarou.

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Para Edinho Silva, é fundamental não perder o “sentimento humanitário” diante de uma tragédia. “Mais que uma liderança política, ali tem um pai de família, tem um irmão, tem um ser humano que merece toda a nossa solidariedade”, pontuou. Ele reforçou a necessidade de empatia e criticou a incapacidade de sensibilização em momentos difíceis. “O ser humano não pode petrificar, perder a sua capacidade humanista, a sua capacidade de se por no lugar do outro”, concluiu, afirmando que, apesar da dor, “o legado do Paulo é imortal”

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