Ministério da Defesa estabelece vacinação obrigatória para militares
Por meio de portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta quarta-feira, 11, o Ministério da Defesa estabeleceu a obrigatoriedade da vacinação para militares. De acordo com a publicação, fica determinado que os militares da ativa deverão se imunizar contra a febre-amarela, difteria, tétano, sarampo, rubéola, hepatite B, caxumba, coqueluche e contra o vírus papiloma humano. Todos terão seis meses após o prazo de incorporação para apresentar os comprovantes de vacinação. O decreto coloca a vacinação como condição para ser considerado apto a servir às Forças Armadas.
[jp-related-posts ids=”1005000,1004742,1004640″]
A publicação da portaria acontece depois de o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ter se manifestado contra a obrigatoriedade da aplicação da vacina contra a Covid-19. Nesta semana, o presidente chegou a dizer que havia “ganhado” após a Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspender os estudos clínicos da vacina CoronaVac, desenvolvida pela china Sinovac e pelo Instituto Butantan. A suspensão, no entanto, durou cerca de 24 horas e havia sido causada pelo morte de um voluntário que participava dos testes. Nesta quinta, laudos do IML revelaram que o homem morreu por causa do uso de sedativos e opioides – sem relação com os testes.
Assuntos
continue lendo
Brasil
MPF aciona a Justiça para que Meta reative perfis bloqueados nas redes sociais
Ação pede a fixação de multa diária de R$ 500 mil por conta, em caso de descumprimento
- Polícia inclui lesão corporal em boletim de ocorrência sobre tiro de deputado que atingiu Fred Bruno Estadão Conteúdo · há 12 horas
- Enel é multada em R$ 11,4 milhões após apagões no fim de 2025 em SP Estadão Conteúdo · há 14 horas
- STF começa a julgar exclusão do ISS da base do PIS/Cofins; impacto é de R$ 35,4 bi Estadão Conteúdo · há 14 horas
- 12 membros da Voepass se tornam réus pelo acidente que matou 62 pessoas Fernando Keller* · há 17 horas