MPF e Starlink firmam acordo para combater garimpo ilegal na Amazônia
O Ministério Público Federal (MPF) no Amazonas anunciou um novo acordo com a Starlink, a empresa de internet via satélite, visando coibir o uso de seus serviços em atividades ilegais, com foco no garimpo clandestino na Amazônia. Este é o primeiro entendimento formal entre a companhia e as autoridades brasileiras, marcando um passo significativo no combate a esse problema. O termo de compromisso inclui a implementação de medidas que visam a rastreabilidade e o controle de usuários que possam estar utilizando a internet para fins ilícitos, especialmente em regiões vulneráveis, como terras indígenas e áreas de conservação. A partir de janeiro de 2026, a Starlink passará a exigir a apresentação de documentos e informações de todos os usuários registrados nos Estados que compõem a Amazônia Legal.
[cta-selector name=”model2″ image1=”https://s.jpimg.com.br/wp-content/plugins/CTA-posts-selector/assets/images/640_3anos-JPNews.jpg” text2=”Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!” link3=”https://www.whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S” text4=”WhatsApp” icon5=”fa-brands fa-whatsapp” ]
Além disso, a Starlink se comprometeu a transferir a propriedade dos terminais que forem apreendidos durante operações de combate ao garimpo ilegal para as autoridades competentes. A empresa também deverá fornecer informações cadastrais e de geolocalização dos terminais localizados em áreas que estão sob investigação, além de bloquear o acesso de usuários identificados como participantes de atividades de garimpo ilegal. O acordo, que tem uma validade inicial de dois anos, poderá ser renovado ao final desse período. O documento foi assinado pela advogada da Starlink, Patricia Helena Marta Martins, e pelo procurador André Porreca, representando o MPF. A Procuradoria ressaltou que a Amazônia enfrenta uma grave crise ambiental devido ao garimpo ilegal, cuja operação se tornou mais eficiente com o avanço das tecnologias de internet.
[jp-related-posts ids=”2004698,2004659″]
Publicado por Sarah Paula
*Reportagem produzida com auxílio de IA
continue lendo
Brasil
Meta é condenada a pagar R$ 50 mil por manter ataques racistas contra Miss SP
Justiça de São Paulo apontou descumprimento de decisão que determinava a retirada de mensagens ofensivas contra Milla Vieira, eleita em 2024
- Foz do Amazonas pode garantir mais 40 anos de petróleo para Petrobras Estadão Conteúdo · há 3 horas
- Dunas de 30 metros e chuvas: o que chamou a atenção da Nasa nos Lençóis Maranhenses Jovem Pan · há 4 horas
- Defesa Civil emite alerta para baixas temperaturas em SP; veja a previsão Estadão Conteúdo · há 5 horas
- Governo de SP faz do dinheiro do crime organizado investimento para a segurança pública Jovem Pan · há 6 horas