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Polícia Civil de SP pede prisão de PM que matou estudante de medicina

Marco Aurélio Cardenas Acosta foi atingido por um tiro à queima-roupa na madrugada do dia 20 de novembro, em um hotel localizado na Vila Mariana; policial envolvido está afastado de suas funções

ia samy

Polícia Civil
Polícia Civil Ciete Silvério/Governo do Estado de SP

A Polícia Civil de São Paulo finalizou o inquérito referente à morte do estudante de medicina Marco Aurélio Cardenas Acosta, que ocorreu durante uma abordagem policial. A investigação resultou na solicitação de prisão preventiva do policial militar Guilherme Augusto Macedo, que disparou a arma, sendo acusado de homicídio doloso eventual. O trágico evento aconteceu na madrugada do dia 20 de novembro, em uma escadaria de um hotel localizado na Rua Cubatão, na Vila Mariana. Marco Aurélio foi atingido por um tiro à queima-roupa, o que gerou grande comoção e repercussão na sociedade.

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O policial envolvido já havia sido indiciado por homicídio doloso e, desde então, está afastado de suas funções. Além de Macedo, o outro policial que estava presente na abordagem também foi afastado. A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que está aguardando a decisão do Poder Judiciário sobre o caso.

*Reportagem produzida com auxílio de IA
Publicada por Matheus Oliveira

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