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Justiça do Rio de Janeiro manda soltar sobrinha do ‘tio Paulo’

Juíza Luciana Mocco recebeu a denúncia do Ministério Público, mas atendeu a um pedido da defesa da Érika Souza e revogou a prisão preventiva

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A dona de casa, Érika Souza Vieira Nunes, de 42 anos, teve o pedido de soltura acatado pela Justiça do Rio de Janeiro nesta quinta-feira (2) após ter sido presa por vilipêndio de cadáver e furto mediante fraude. Ela levou o tio já falecido a uma agência bancária para tentar obter um empréstimo, o que resultou em sua detenção no presídio Djanira Dolores, em Bangu, Zona Oeste do Rio. A juíza Luciana Mocco, titular da 2ª Vara Criminal de Bangu, revogou a prisão preventiva da sobrinha atendendo a um pedido da defesa. A Polícia Civil concluiu a primeira etapa da investigação do caso, que inicialmente apurava a prisão em flagrante de Érika. No entanto, a dona de casa também passou a ser investigada por homicídio culposo, sem intenção de matar. O crime ocorreu em abril deste ano, quando ela foi presa em flagrante e teve sua prisão convertida em preventiva durante audiência de custódia.

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A denúncia destaca que Érika tentou sacar um valor de R$ 17.975,38 em nome do tio, Paulo Roberto Braga, já falecido, causando prejuízo à instituição financeira. A promotoria ressaltou o “desprezo e desrespeito” ao idoso ao levá-lo ao banco morto para realizar a transação. Imagens mostram a dona de casa transitando com o familiar em uma cadeira de rodas em um shopping de Bangu, onde posteriormente o levou à agência bancária. Um despacho do delegado Fabio Luiz Souza aponta uma “gritante omissão de socorro” por parte de Érika, que teria deixado o idoso em situação de perigo de vida. Em depoimento, uma funcionária da agência bancária relatou que o idoso estava desacordado e sem sinais vitais durante o atendimento, manipulado pela sobrinha para assinar documentos.

Publicado por Luisa Cardoso

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*Conteúdo produzido com auxílio de IA