França despreza decisão do terceiro lugar, é humilhada no primeiro tempo, joga no segundo, mas tem pior derrota em Copas desde 58
Quando a França eliminou o Marrocos nas quartas de final da Copa e a imprensa mundial exaltou o desempenho da equipe, eu me questionei: será que os “azuis” vão mesmo confirmar todo esse favoritismo na sequência do Mundial? Entretanto, o futebol não admite ganhar de véspera. A Espanha derrubou o adversário de maneira incontestável, na semifinal, e enterrou as chances de os comandados de Didier Deschamps chegarem mais uma vez à decisão.
Em Miami, neste sábado, a França fez um papelão, adotou uma postura covarde, passou vexame e sofreu a pior derrota em Copas desde 1958, quando perdeu para o Brasil por 5 a 2 na semifinal. Nitidamente, a equipe não queria ter entrado em campo para a disputa do terceiro lugar contra a Inglaterra, que jogava sem Kane, mas teve hat-trick de Saka. O primeiro tempo terminou com placar de 4 a 0 para o “English Team”.
Não é segredo que as seleções tradicionais atuam a contragosto, depois da eliminação na semi. A França, literalmente, parecia desinteressada. O treinador deve ter dado uma bronca no grupo que acordou e amenizou o vexame: 6 a 4, um placar incrível. Pela primeira vez, a Inglaterra, campeã em 1966, ficou com o terceiro lugar.
Depois que os vice-campeões acordaram, destaque para Mbappe que marcou dois gols e chegou a dez Copa, contra oito de Messi, que joga neste domingo. O camisa 10 francês tem 22 em mundiais, está agora em primeiro na artilharia, enquanto o argentino tem um a menos. Enquanto isso, Didier Deschamps deixa o comando dos franceses para ser substituído por Zinedine Zidane.
Sobre a final deste domingo, espero que seja uma partida abertae com muitos gols. Melhor não dar palpite!
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Thiago Uberreich
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