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Macroeconomia

Bolsas de valores caem e dólar sobe pouco após ameaças de Trump

As ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de elevar as tarifas comerciais dos produtos chineses causaram tensões no mercado financeiro global. A postagem feita no Twitter provocou uma reação nos mercados da Ásia, onde todas as bolsas de valores caíram. A bolsa de Xangai, na China, teve a maior queda diária em mais […]

carolinafortes

As ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de elevar as tarifas comerciais dos produtos chineses causaram tensões no mercado financeiro global. A postagem feita no Twitter provocou uma reação nos mercados da Ásia, onde todas as bolsas de valores caíram. A bolsa de Xangai, na China, teve a maior queda diária em mais de três anos, recuando 5,58%. Apenas as bolsas de Tóquio (Japão) e Seul (Coreia do Sul) não caíram, porque não operaram devido a feriados locais.

Depois de iniciar o dia próximo a R$ 3,98, a moeda norte-americana aliviou a alta e fechou próxima da estabilidade. O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (6) vendido a R$ 3,958, com alta de R$ 0,019 (0,48%).

No mercado de ações, o índice Ibovespa, da B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo), operou em queda durante toda a sessão. O indicador fechou com desvalorização de 1,04%, aos 95.009 pontos. O índice encerrou no menor nível desde 22 de abril, há duas semanas.

No Brasil, os investidores aguardam a abertura dos trabalhados da comissão especial que discute a reforma da Previdência, marcada para esta terça-feira (7) e a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, que define os juros básicos da economia. O Copom começa a reunir-se amanhã e divulgará o valor da taxa Selic na quarta-feira (8).

Sobre as ameças

O presidente Donald Trump anunciou em sua página do Twitter neste domingo (5) que pretende elevar as taxas de 10% para 25% para cerca de US$ 200 bilhões em mercadorias vindas da China. Além disso, ele ameaçou tarifar “em breve” em 25% o equivalente a US$ 325 bilhões em outros produtos da China e reclamou do andamento lento das negociações de comércio bilaterais.

* Com informações da Agência Brasil