Maia defende diálogo e avanço nas reformas para enfrentar crise econômica
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que o Congresso vai avançar nas reformas capazes de “restabelecer a confiança no país”. Por meio das redes sociais, em publicações feitas no domingo (8), o parlamentar pediu ainda seriedade e diálogo entre as lideranças brasileiras para enfrentar a crise econômica mundial.
No Twitter, Rodrigo Maia defendeu que se os poderes agirem de forma harmônica e “com espírito democrático”, a crise pode se tornar uma oportunidade para buscar soluções urgentes e necessárias para o país.
Se agora os poderes da República agirem em harmonia e com espírito democrático, esta crise pode virar uma oportunidade de se somar forças em busca das soluções necessárias e urgentes.
— Rodrigo Maia (@RodrigoMaia) March 9, 2020
“O cenário internacional exige seriedade e diálogo das lideranças do País. A situação da economia mundial se deteriora rapidamente. O Brasil não vai escapar de sofrer as consequências dessa piora global. É preciso agir já com medidas emergenciais”, afirmou o presidente da Câmara.
A declaração de Maia vem antecipando as possíveis manifestações pró-governo marcadas para o próximo dia 15 de março, um dia após o presidente Jair Bolsonaro convocar publicamente a população para participar dos atos. Em Roraima, antes de seguir viagem aos Estados Unidos, o presidente disse que a manifestação é “espontânea” e “pró-Brasil”, e não contra o Congresso ou o Judiciário, mas também afirmou que “político que tem medo de movimento de rua não serve para ser político”.
Economia brasileira
A economia no Brasil e no mundo começou instável na manhã desta segunda-feira. Um dos motivos para a queda das bolsas de valores e variações cambiais é a guerra do petróleo travada por Rússia e Arábia Saudita, que disputam os preços e a produção do combustível. Os preços de negociação internacional do barril da commodity já caem mais de 20%.
A Bolsa de Valores do Brasil também já sofreu impactos após abrir o mercado com forte queda de 10%, o que interrompeu os negócios.
*Com informações de Estadão Conteúdo.
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