Gisele Bündchen revela que contemplou suicídio após ter síndrome do pânico
Gisele Bündchen quer desconstruir a ideia de que ela tem “a vida perfeita”. Modelo mais bem paga do mundo e casada com o astro de futebol americano Tom Brady, a top brasileira, em entrevista à revista People, adiantou revelações de seu livro de memórias – “Lessons: My Path to a Meaningful Life” (Lições: meu caminho até uma vida com significado, em tradução livre).
Depois de ter o primeiro episódio de síndrome do pânico, durante um vôo turbulento em 2003, Gisele acabou adquirindo um medo de túneis, elevadores e lugares fechados. “Eu estava num momento ótimo na minha carreira, próxima à minha família e sempre me considerei uma pessoa positiva, então estava sofrendo com isso. Tipo, ‘por que estou me sentindo desse jeito?’. Pensava que não tinha direito de me sentir mal”, afirmou.
“Mas eu me sentia impotente. Seu mundo se torna menor e menor, você não consegue respirar, que é o pior sentimento do que eu já tive”, confessou.
Diante dessa situação, Bündchen chegou a contemplar o suicídio: “eu tinha o sentimento de que ‘se eu pulasse do meu telhado, tudo ia acabar e eu não teria que me preocupar com esse sentimento de que meu mundo estava se fechando sobre mim'”.
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