Como a Libertadores do Corinthians pode ajudar o handebol a ser campeão mundial

  • Por Jovem Pan
  • 19/02/2016 17h53
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<p>Armador Diogo Hubner revelou que Seleção masculina se inspira no Corinthians para sonhar com Mundial</p> Facebook/Reprodução Armador Diogo Hubner revelou que Seleção masculina se inspira no Corinthians para sonhar com Mundial

Em 2013, a Seleção Brasileira feminina de handebol fez história e, pela primeira vez em todos os tempos, conquistou o título mundial. Desde então, a dúvida que ficou foi: quando os homens vão conseguir repetir o feito das mulheres? Em entrevista exclusiva ao repórter Felipe Motta, da Rádio Jovem Pan, o armador Diogo Hubner, do São Caetano e da Seleção, contou que o Brasil está no caminho certo para alcançar tal feito e fez uma revelação interessante: o Corinthians tem servido de inspiração. 

O pensamento de Hubner é simples. Ele acredita que, assim como o clube alvinegro conquistou o título da Copa Libertadores da América, em 2012, depois de acumular participações em sequência no torneio continental, a Seleção masculina também pode faturar o maior título do handebol se sempre estiver disputando as fases mais importantes do torneio. Nas duas últimas edições do Mundial, o Brasil foi eliminado nas oitavas de final, e com derrotas por um ponto (para Rússia e Croácia).  

Segundo o armador, quanto mais jogar esse tipo de confronto, mais a Seleção estará pronta para chegar ao topo. “A gente sempre cita o Corinthians. Ele não ganhava a Libertadores, mas também não ia para a Libertadores. Quando começou a se classificar em todos os anos, aí conseguiu ser campeão. Então, se Seleção sempre estiver nessa fase de oitavas de final, cada vez mais os atletas estarão mais bem preparados para avançar”, opinou. 

Hubner considera que o time masculino está “no caminho certo” para futuramente brigar pelo título e também se lembra das muitas vezes em que a Seleção feminina foi eliminada até conseguir faturar o Mundial. “As meninas também tinham essa barreira, mas nas quartas de final. Elas batiam nas quartas e saíam. Na primeira vez em que passaram, ganharam o título. É esse clique mesmo que falta para a gente. Mas estamos muito perto deleFalta só um passinho a mais para brigarmos pelo título“, afirmou. 

O desempenho da Seleção masculina, é inegável, tem evoluído consideravelmente. Sob o comando do espanhol Jordi Ribera, que também treinou o Brasil no ciclo para os Jogos Olímpicos de 2008, o time verde e amarelo vem adotando um estilo de jogo diferente, com a defesa mais aberta, e já faz partidas equilibradas com os europeus. No ano passado, por exemplo, conseguiu vencer um torneio amistoso na Polônia, que contava com a poderosa seleção da casa, o Egito e a sempre forte Romênia. O título mundial ainda parece distante? Sim. Mas, para quem viu o Corinthians encerrar a seca de Libertadores em 2012, não custa nada acreditar…

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